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- Fundos realizam lucros antes do novo USDA, mas tendência de alta continua em Chicago

Publicado em 11/05/2021 Editoria: AgroNews Comente!


CORN - MILHO
A Bolsa de Chicago (CBOT) registrou reduções para os preços internacionais do milho futuro nesta segunda-feira. As principais cotações registraram movimentações negativas entre 20,50 e 27,25 pontos ao final do dia.

O vencimento maio/21 foi cotado à US$ 7,48 com queda de 24,65 pontos, o julho/21 valeu US$ 7,11 com baixa de 20,50 pontos, o setembro/21 foi negociado por US$ 6,29 com perda de 25,75 pontos e o dezembro teve valor de US$ 6,09 com desvalorização de 27,25 pontos.

Esses índices representaram quedas, com relação ao fechamento da última sexta-feira, de 3,11% para o maio/21, de 2,87% para o julho/21, de 3,82% para o setembro/21 e de 4,25% para o dezembro/21. 

miho  
       
Chicago (CME)  
CONTRATO US$/bu VAR US$/MT
MAY 2021 748 -24,75 294,49
jul/21 711,75 -20,5 280,22
SEP 2021 629 -25,75 247,64
DEC 2021 609,25 -27,25 239,86
Última atualização: 16:02 (10/05) Preço $/MT sem premio 

Segundo informações da Agência Reuters, os futuros do milho de Chicago caíram na segunda-feira, parando depois de subir para máximas de oito anos na semana passada, com os comerciantes se concentrando no próximo relatório de oferta-demanda mundial do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) para uma nova direção de preço.

A publicação destaca que, depois que o milho da CBOT atingiu seu nível mais alto desde março de 2013 na sexta-feira, o mercado recuou, com chuvas em todo o meio-oeste dos Estados Unidos e o forte progresso do plantio aumentando a pressão, disseram os traders.

"No geral, o progresso do plantio é bastante decente", disse Tom Fritz, corretor de commodities do EFG Group, observando que fortes chuvas no cinturão de milho oriental podem retardar o plantio.

O milho indicador ESALQ/BM&FBovespa (Campinas – SP), atingiu a marca histórica de R$ 100 a saca de 60 quilos na última semana, batendo um recorde da série história do egunda temporada que pode ser prejudicada pelo clima seco, mesmo com a colheita da safra verão na reta final.

Já compradores mostram necessidade de recompor estoques. No Paraná, a procura pelo grão está acalorada. O Cepea ainda prevê que as intenções de venda podem atingir o valor de R$ 110 a saca de milho.

A estiagem que marcou o mês de abril em grande parte do centro-sul do Brasil se agravou no início de maio e levou a consultoria AgRural a fazer novo corte em sua estimativa para a segunda safra de milho 2021 do país.

A produção do centro-sul está agora prevista em 65,1 milhões de toneladas, ante 73 milhões em projeção de abril, disse a consultoria em boletim nesta segunda-feira.

O número tem como base uma área de 12,9 milhões de hectares, inalterada frente ao estimado em abril e 6% superior à da temporada anterior, e leva em conta produtividade de 84,1 sacas por hectare, "a menor desde 2018", destacou a empresa.

Combinada a números da estatal Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) para as regiões Norte e Nordeste, a estimativa da AgRural resultaria em produção total no Brasil de 69,6 milhões de toneladas de milho na "safrinha" 2021, contra 77,5 milhões na estimativa de abril e 75,1 milhões de toneladas em 2020.

Já a produção total de milho do Brasil na temporada 2020/21 foi prevista pela consultoria em 95,5 milhões de toneladas, ante 103,4 milhões em abril e 102,6 milhões de toneladas em 2019/20.

miho  
       
  B3 (Bolsa)   US$/MT
mai/21 102,75 0,15% 327,44
jul/21 102,8 0,20% 327,60
set/21 99,5 0,40% 317,08
nov/21 100,35 0,24% 319,79
Última atualização: 18:00 (10/05) Preço $/MT sem premio 

Os preços futuros do milho operaram em campo misto na maior parte da segunda-feira, mas encerram o dia recuando na Bolsa Brasileira (B3). As principais cotações registraram movimentações negativas entre 0,83% e 1,25% ao final do dia.

O vencimento maio/21 foi cotado à R$ 102,60 com estabilidade, o julho/21 valeu R$ 102,59 com queda de 0,99%, o setembro/21 foi negociado por R$ 99,10 com desvalorização de 1,25% e o novembro teve valor de R$ 100,11 com baixa de 0,83%.

Para o analista de mercado da Brandalizze Consulting, Vlamir Brandalizze, a B3 segue refletindo que o consumidor brasileiro não pode pagar mais e, há praticamente um mês da colheita da safrinha, o consumidor prefere esperar.

“Temos perdas grandes que ninguém contesta, mas mesmo assim será uma safra grande porque plantamos um recorde de área e muitas localidades ainda estão em condições normais. Nós vamos ter uma demanda no segundo semestre de 40 milhões de toneladas, se nós colhermos 75 milhões ainda sobrariam 35 milhões para exportar, então não vai faltar milho”, pontua o analista.

Brandalizze destaca ainda que “muita gente fala não venda nada do milho, colha e não venda nada porque não vai ter milho, mas temos uma safrinha no campo. Se a seca continuar nós vamos perder mais, mas de qualquer forma será mias do que o consumido aqui dentro”.

INDICADOR DO MILHO ESALQ/BM&FBOVESPA (Mercado)  
  VALOR R$ VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$ US$/MT
10/05/2021 101,23 -0,32% 1,47% 19,35 322,59
07/05/2021 101,56 0,65% 1,80% 19,45 323,65
06/05/2021 100,9 0,66% 1,14% 19,11 321,54
05/05/2021 100,24 0,45% 0,48% 18,68 319,44
04/05/2021 99,79 -0,05% 0,03% 18,37 Preço $/MT sem premio 

A segunda-feira (10) chega ao final com os preços do milho mais altos no mercado físico brasileiro. Em levantamento realizado pela equipe do Notícias Agrícolas, foram percebidas desvalorizações apenas em Palma Sola/SC e Cascavel/PR.

Já as valorizações apareceram nas praças de Não-Me-Toque/RS, Panambi/RS, Rondonópolis/MT, Alto Garças/MT, Itiquira/MT, Tangará da Serra/MT, Campo Novo do Parecis/MT, Amambai/MS, Oeste da Bahia, Luís Eduardo Magalhães/BA, Itapetinga/SP e Campinas/SP.

De acordo com o reporte diário da Radar Investimentos, “a semana anterior foi de cotações firmes no mercado físico paulista, com ofertas nominais e preocupações em relação ao clima em alguns estados produtores, como o Paraná”.

 

SOYBEAN - SOJA

Fundos realizam lucros antes do novo USDA, mas tendência de alta continua em Chicago.

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a segunda-feira, 10, com preços em baixa. Após atingir os melhores níveis em quase nove anos na semana passada, o mercado iniciou a  semana realizando lucros, com os agentes buscando posicionamento frente ao relatório de maio do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

SOJA - CME - CHICAGO
CONTRATO US$/bu Variação (cts/US$) Variação (%)
mai/21 16,2 -1 -0,06
jul/21 15,875 -2,25 -0,14
ago/21 15,2875 -8,75 -0,57
set/21 14,5325 -15,25 -1,04
Última atualização: 16:00 (10/05)

O volume de chuvas acima do esperado do final de semana, contribuindo para a evolução inicial das lavouras  americanas, ajudou na correção técnica.

Ainda hoje o USDA vai divulgar o relatório sobre as condições das lavouras americanas e sobre a evolução dos  cultivos. Para o plantio da soja, o mercado espera um número de 40%. Na semana passada, a indicação ficou em 24%.

SOJA - PREMIO - CBOT / PNG
CONTRATO VALOR
abr/21 -20
mai/21 -15
jun/21 0
fev/22 25
Última atualização: 10/05/2021

Os contratos da soja em grão com entrega em julho fecharam com baixa de 2,25 centavos de dólar por libra-peso ou 0,14% a US$ 15,87 por bushel. A posição agosto teve cotação de US$ 15,28 por bushel, com perda de 8,75 centavos ou 0,56%.

Nos subprodutos, a posição julho do farelo subiu US$ 0,50 ou 0,11% a US$ 442,30 por tonelada. No óleo, os  contratos com vencimento em julho fecharam a 63,84 centavos de dólar, perda de 0,64 centavo ou 0,99%.

           
Preço soja referência (chicago ):$/MT 589,74   10/mai
           
Preço Brasil - esalq - Paranaguá: $/MT 564,79   10/mai
           
Preço Brasil - Paranaguá: $/MT 560,87   10/mai
PREÇO REFERÊNCIA FAS PARANAGUÁ NET.  Preço Brasil MI = R$ 176 por saca  

Os preços da soja seguem em alta nos Estados Unidos e no Brasil, influenciados especialmente pela firme demanda global. A oleaginosa é negociada acima dos US$ 16,00/bushel na CME Group (Bolsa de Chicago) e em patamares recordes nominais no Paraná (Indicador CEPEA/ESALQ). Segundo pesquisadores do Cepea, a valorização no mercado internacional também está atrelada a preocupações com o clima seco e com previsões indicando baixas temperaturas, que elevam o risco de geadas nos Estados Unidos.

De acordo com os dados do Cepea, ressalta-se que, no Brasil, os preços não conseguiram absorver totalmente o avanço externo. Além da desvalorização do dólar frente ao Real, a colheita da safra nacional ainda está em andamento e houve queda nos prêmios de exportação.

A média diária de exportação de soja do Brasil alcançou 938,4 mil toneladas na primeira semana de maio, alta de 33% ante o mesmo mês de 2020, mostraram dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) nesta segunda-feira.

  soja US$ 5,23
       
  B3 (Bolsa)    
CONTRATO US$/sc R$/sc VAR
jul/21 35,03 183,21 0,20%
   
Última atualização: 15:21 (10/05)  

Com isso, o maior produtor e exportador global da oleaginosa mantém o ritmo firme de embarques que foi verificado em semanas anteriores, quando a média diária ficou perto de 1 milhão de toneladas.

As exportações aquecidas, que registraram um recorde histórico de mais de 17 milhões de toneladas em abril, ocorrem em momento que o Brasil caminha para a conclusão da colheita da safra 2020/21 e conta com volume elevado de soja disponível para embarque.

INDICADOR DA SOJA ESALQ/BM&FBOVESPA - PARANAGUÁ
  VALOR R$ VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$
10/05/2021 177,23 -0,16% -1,39% 33,88
07/05/2021 177,51 -0,56% -1,23% 33,99
06/05/2021 178,51 -1,03% -0,67% 33,8
05/05/2021 180,37 -0,12% 0,36% 33,61
04/05/2021 180,59 1,96% 0,48% 33,24
         

Ainda de acordo com a Secex, a média de vendas externas de açúcar atingiu 87,9 mil toneladas ao dia na primeira semana do mês, uma queda ante os 129,17 mil ao dia registrados em maio do ano passado --em plena safra de cana-de-açúcar no país.

Neste ano, a moagem da safra começou em ritmo mais lento, com usinas do centro-sul lidando com os efeitos da prolongada seca para as lavouras.


SUGAR - AÇUCAR

July NY world sugar 11 (SBN21) on Monday settled unchanged, and Aug London white sugar 5 (SWQ21) closed up +1.40 (+0.30%) at $466.10.

Sugar prices on Monday settled mixed with London sugar posting a 1-1/2 week high.  July NY sugar rallied to a contract high last Thursday on concern the dry conditions in Brazil will curb sugar yields.  Maxar said last Thursday that Brazil&39;s Center-South, the country&39;s largest sugar-growing region, is expected to see a limited chance for rain over the next ten days.  On Apr 29, Czarnikow said rain in Brazil&39;s Center-South region October through March was 36% below average, the biggest drought in more than a decade.

São Paulo, which makes up 68% of Brazil&39;s total cane production, has seen the driest weather in 20 years in five of the six months through March, and yield losses could be as high as 20% in some areas, according to Somar.  Also, Wilmar International on April 19 said that because of prolonged dryness, Brazil&39;s 2021/22 cane crop "may barely reach" 530 MMT, down -12% y/y and the lowest in a decade.

US$/MT
403,90
Preço $/MT sem premio 

A rally in the Brazilian real (^URSBRL) is supportive of sugar prices.  The real on Monday rose for the fourth consecutive session and posted a 3-3/4 month high against the dollar.  The stronger real discourages export selling by Brazil&39;s sugar producers.

The increase in Brazil ethanol anhydrous prices last Friday to a record 2.9261 BRL/liter is supportive for sugar prices.  The higher ethanol prices may prompt Brazil&39;s sugar mills to divert more cane crushing toward ethanol production rather than sugar productions, thus curbing sugar supplies.

In a bullish factor for sugar prices, Unica on April 27 reported that 2021/22 Center-South sugar production (Apr/Nov) was down -35.75% y/y in the first half of

US$/MT
466,10
Preço $/MT sem premio 

April to 624 MT.  The percentage of cane used for sugar fell to 38.55% in 2021/22 40.15% in 2020/21.

A bearish factor for sugar is increased sugar production in India.  The Indian Sugar Mills Association reported last Monday that India&39;s sugar output during Oct 1-Apr 30 rose +16% y/y to 29.92 MMT 25.81 MMT a year earlier due to a bumper crop and increased cane crushing.  The India Sugar Trade Association on Feb 11 forecast that 2020/21 India sugar production will increase +9% y/y to 29.9 MMT.

Sugar has support falling production in Thailand, the world&39;s second-largest sugar exporter.  The Thailand Office of the Cane & Sugar Board reported March 17 that Thailand&39;s 2020/21 sugar production Dec 10-Mar 15 fell -8.2% y/y to 7.5 MMT.

O Brasil exportou 439,67 mil toneladas de açúcares e melaços na primeira semana de maio, com receita acumulada de US$ 151,60 milhões, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério da Economia, nesta segunda-feira (10).

Em todo o mês de maio de 2020 (20 dias úteis), as exportações dos produtos totalizaram 2,58 milhões de t.

Nas análises de toneladas por média diária feitas pela Secex com base na primeira semana do mês, as exportações de açúcares e melaços pelo Brasil em maio de 2021 totalizavam na parcial do mês 87,93 mil t/dia, mais de 30% abaixo de maio de 2020 (129,17 mil t/dia).

Porém, os valores médios estão mais de 20% maiores neste mês, com valor médio da tonelada em US$ 344,80/t.

&8203;O dia foi de ampla oscilação nas cotações futuras do açúcar nas bolsas externas. No entanto, o tipo bruto acabou registrando estabilidade no fechamento em Nova York e o branco teve leve alta. As preocupações com a safra brasileira seguiram, apesar de movimentos técnicos.

O principal vencimento do açúcar na Bolsa de Nova York fechou cotado a US$ 17,49 c/lb, com teste de máxima de 17,75 c/lb e mínima de 17,26 c/lb. Os outros vencimentos oscilaram entre ganhos e perdas. O tipo branco em Londres registrou alta de 0,30%, negociado a US$ 466,10 a tonelada.

Apesar de ter ampla oscilação no dia, dos dois lados da tabela, em ambas as bolsas, as cotações do açúcar seguiram do lado altista fortemente impactadas pelas preocupações com a safra brasileira 2021/22, com reflexos da estiagem. Realização de lucros limitou o avanço dos preços.

"O foco do mercado ainda está firmemente no clima seco Centro-Sul do Brasil, com alguns fundos lambendo os lábios na expectativa de ver alguns produtores serem forçados a comprar de volta os hedges vendidos", disse a Green Pool em uma nota semanal, segundo reporte da Reuters.

INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL ESALQ/BVMF - SANTOS
  VALOR R$ VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$  
10/05/2021 115,34 0,98% 2,18% 22,05  
07/05/2021 114,22 0,41% 1,19% 21,87  
06/05/2021 113,75 -0,65% 0,77% 21,54  
05/05/2021 114,49 0,89% 1,43% 21,34  
04/05/2021 113,48 -0,02% 0,53% 20,89  
Nota: Reais por saca de 50 kg, com ICMS (7%) .      
  media R$ 114,26      
  valor saco $ 21,85      
  valor ton $ 436,93  porto santos - FAS - icmusa 130 - 180
                          com 7% icms    
US$/MT
441,07
436,79
434,99
437,82
Preço $/MT sem premio 

Algumas áreas produtoras de cana-de-açúcar no Centro-Sul do Brasil enfrentam a pior seca em 40 anos, segundo análises recentes da Somar Meteorologia.

Além disso, a previsão do tempo para as áreas de lavouras do Centro-Sul do Brasil não mostram muita mudança de tempo.

Para o Itaú BBA, é consenso entre os players uma queda na safra de cana do Brasil, com impacto para a produção de  açúcar e etanol. No entanto, ainda falta a confirmação dos números.

"A incerteza agora gira em torno do quanto a seca 2020 e as chuvas abaixo da média em 2021 impactarão na produtividade final da cana. As estimativas variam entre 590-530 milhões de toneladas de cana, com queda de 15 a 75 milhões de toneladas de cana comparado com a safra anterior", destaca a consultoria.

Do financeiro, o mercado oscilou no dia acompanhando o petróleo, que também teve um dia dos dois lados da tabela. Além disso, o real se valorizava ante o dólar, o que desencoraja as exportações da commodity pelo Brasil e tende a dar suporte aos preços externos.

A última semana terminou com valorização nos preços do açúcar seguindo o cenário internacional e as preocupações com a nova safra brasileira. O Indicador CEPEA/ESALQ do açúcar, cor Icumsa de 130 a 180, mercado paulista, saltou 1,19%, cotado a R$ 114,22 a saca de 50 kg.

Já no Norte e Nordeste do Brasil, o açúcar registrou um salto de 1,76%, negociado a R$ 119,34 a saca, segundo dados da consultoria Datagro. O açúcar VHP, em Santos (SP), tinha na última sessão o preço FOB cotado a US$ 18,95 c/lb, com recuo de 0,33% sobre o dia anterior.

 

 

 

 

 

 

 

› FONTE: Floripa News (www.floripanews.com.br)

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