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Soja: embarque de fevereiro em US$ 537,50/t FOB Paranaguá, queda de US$ 4/t no dia, com março avaliado em US$ 525,75/t

Publicado em 21/01/2021 Editoria: AgroNews Comente!


CORN - MILHO

Os preços internacionais do milho futuro perderam um pouco da força ao longo do dia, mas ainda encerraram a quinta-feira subindo na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais cotações registraram movimentações positivas entre 1,00 e 3,00 pontos ao final do dia.

O vencimento março/21 foi cotado à US$ 5,24 com alta de 2,25 pontos, o maio/21 valeu US$ 5,26 com elevação de 2,25 pontos, o julho/21 foi negociado por US$ 5,22 com valorização de 3,00 pontos e o setembro/21 teve valor de US$ 4,72 com ganho de 1,00 ponto.

Esses índices representaram altas, com relação ao fechamento da última quarta-feira, de 0,38% para o março/21, de 0,38% para o maio/21, de 0,58% para o julho/21 e de 0,21% para o setembro/21. 

miho
     
Chicago (CME)
CONTRATO US$/bu VAR
mar/21 524,25 2,25
MAY 2021 526,25 2,25
jul/21 522,25 3
SEP 2021 472,75 1
Última atualização: 17:03 (21/01)

Segundo informações do site internacional Successful Farming, esse foi um dia de recuperação para o mercado futuro de grãos em Chicago.

“Começamos com grandes altas, mas devolvemos a maior parte do rali inicial. As vendas diárias de exportações ajudaram com certeza nas elevações. Acho que, no geral, o mercado tem mais espaço para se recuperar, mas o clima na América do Sul está melhor e a colheita da soja está apenas começando, então as coisas vão ficar mais difíceis agora”, diz Jack Scoville do Price Futures Group.

Nesta quinta-feira, exportadores privados relataram ao USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) vendas de exportação de 336.500 toneladas de milho para entrega em destinos desconhecidos durante a campanha de comercialização de 2020/2021.

O avanço do governo argentino sobre o mercado de milho 2019/20 disparou alarmes para muitos produtores, que temiam que fosse o prelúdio para intervir no cereal da nova safra que começará a ser colhida em março próximo. Com isso, a TF Agroeconômica afirmou que os produtores da Argentina venderam recorde do cereal. 

“De 30 de dezembro de 2020 (dia do anúncio do fechamento do registro de exportação de milho 2019/20) até 13 de janeiro passado (último dado oficial disponível), foram registradas vendas de milho 2020/21 para exportadores e indústrias de 1,906 milhão de toneladas. Um fato notável é que mais de 9,0 milhões de toneladas do que foi vendido até agora tem um preço fixo, implicando que a maioria dos produtores não quer "surpresas" diante de qualquer mudança de cenário”, comenta a consultoria. 

Nesse cenário, as compras totais de milho 2020/21 totalizam até agora 13,2 milhões de toneladas em um saldo exportado provisório – se for alcançada uma safra de 47,5 milhões de toneladas – na ordem de 34 milhões, segundo estimativas preliminares. “O "efeito susto" também foi replicado no mercado de futuros agrícolas, a partir de 30 de dezembro até hoje foram negociadas mais de 830 mil toneladas dos contratos futuros de Maíz Rosário Abril, Julio, setembro e dezembro de 2021 da Matba Rofe”, completa. 

“Embora um ajuste de baixa nos preços internacionais do milho seja esperado imediatamente devido ao "lucro" dos comerciantes especulativos, depois de terem construído "posições compradas" a níveis recordes, a verdade é que os fundamentos intrínsecos do mercado de cereais estão em alta devido à aceleração das vendas externas que é registrada  nesta  campanha  pelos  EUA  (o  principal  exportador  mundial  de  grãos) por causa da voracidade importadora da China”, conclui. 

miho
     
  B3 (Bolsa)  
mar/21 87,25 -0,29%
mai/21 83,3 -0,24%
jul/21 76 -2,93%
set/21 74 0,34%
Última atualização: 18:00 (20/01)

Os preços futuros do milho buscaram se recuperar nesta quinta-feira e subiram na Bolsa Brasileira (B3). As principais cotações registraram movimentações positivas entre 0,81% e 1,42% ao final do dia.

O vencimento março/21 foi cotado à R$ 88,21 com alta de 0,81%, o maio/21 valeu R$ 84,32 com elevação de 0,98%, o julho/21 foi negociado por R$ 76,90 com ganho de 1,18% e o setembro/21 teve valor de R$ 74,80 com valorização de 1,42%.

Entre os fatores que ajudaram nesta recuperação dos contratos do cereal brasileiro estão as movimentações cambiais com o dólar se valorizando ante ao real. Por volta das 16h43 (horário de Brasília), a moeda americana subia 1,10% e era cotada à R$ 5,34.

No dia anterior, parte dos contatos consultados relatou aumento das oferta do cereal de fora do estado de SP. Isto pode pressionar as ofertas de compra para baixo nas praças paulistas ao longo dos próximos dias. O mercado físico segue com negócios pontuais. As referências em Campinas-SP estão entre R$83-84/sc, CIf, 30d.

INDICADOR DO MILHO ESALQ/BM&FBOVESPA (Mercado)
  VALOR R$ VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$
21/01/2021 85,03 -0,48% 8,11% 15,88
20/01/2021 85,44 0,26% 8,63% 16,06
19/01/2021 85,22 0,31% 8,35% 15,93
18/01/2021 84,96 0,52% 8,02% 16,05
15/01/2021 84,52 0,28% 7,46% 15,99

No Rio Grande do Sul, o estado teve quebra entre 2,0-2,5 milhão de toneladas, com os compradores esticando as entregas e pagamentos, segundo informações da TF Agroeconômica. “Com quebra no estado entre 2,0 e 2,5 milhões de toneladas entre a intenção de plantio e as grades quebras havidas por seca, principalmente no Oeste do estado, os preços do milho no Rio Grande do Sul tem se mantido elevados nesta temporada”, comenta a consultoria. 

“De um lado, os compradores não estão pressionando o mercado para não elevado demais os preços e, por outro, os vendedores também não estão com pressa de vender porque percebem o grande potencial de alta que tem pela frene no primeiro semestre de 2021. A recomenda da TF, aliás, é a de vender a soja e reter o milho e o trigo, que tem maior potencial de alta no semestre”, indica. 

Em Santa Catarina, o mercado mantém a alta do dia anterior, com novas compras no Mato Grosso do Sul. “Não  ouvimos  negócios  locais  reportados  novamente  nesta quarta-feira. Os preços de compradores continuam inalterados,  mas  adicionando  a  alta  da  última  segunda-feira: R$ 86,00 base Campos Novos, R$ 87,00 para cima na região de Chapecó e R$ 85,00 na região de Canoinhas. Os vendedores locais continuam pedindo R$ 90,00/saca. Mesmo  assim,  o  preço  do  milho  paraguaio  continua competitivo e há ofertas disponíveis e há negócios feitos”, completa. 

No Paraná, os preços permanecem inalterados nesta quarta-feira. “Preço de comprador do milho spot continuou mantendo há três dias o preço de R$ 82,00 nos Campos Gerais, mas com poucas ofertas. Vendedor continua pedindo R$ 83,00/saca ou mais. Sem indicação nas fábricas dos Campos Gerais. Milho  futuro  manteve  o  recuo  do  dia  anterior  a  R$ 80,00 em Paranaguá para fevereiro/março de 2021. Indicação  de  comprador  manteve  a  cotação  do  dia anterior  em  R$ 76,00  para  março/abril  de 2021,  posto fábrica”, conclui. 


SOYBEAN - SOJA
 

Após intensas e consecutivas baixas e realizações de lucros, o mercado da soja volta a operam do lado positivo da tabela, porém, com ganhos ainda tímidos na sessão desta quinta-feira (21) na Bolsa de Chicago. As cotações subiam, por volta de 7h25 (horário de Brasília), entre 2,25 e 6,25 pontos nos principais contratos. Assim, o março era cotado a US$ 13,75 e o maio a US$ 13,73 por bushel. 

SOJA - CME - CHICAGO
CONTRATO US$/bu Variação (cts/US$) Variação (%)
mar/21 13,7025 0,75 0,05
mai/21 13,6875 1,5 0,11
jul/21 13,545 2,75 0,2
ago/21 13,105 -0,75 -0,06
Última atualização: 17:00 (21/01)  

Como explicam analistas e consultores, o mercado passa por uma correção depois de três pregões de recuo expressivo, que tiraram mais de 60 cents dos preços da oleaginosa, com o mercado registrando vendas técnicas de posições por parte dos fundos investidores, que carregam posições compradas ainda recordes. 

Além das questões técnicas, entre os fundamentos permanece a atenção dos traders sobre o clima na América do Sul - com uma considerável melhora das chuvas na Argentina - e também o aperto agressivo entre a oferta e a demanda. A soja brasileira mais barata do que a americana também está no radar dos traders neste momento. 

Os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago, depois de testarem algumas novas altas, voltaram a recuar e fecharam o pregão desta quinta-feira (21) apenas com leves avanços entre as posições mais negociadas na Bolsa de Chicago. Os ganhos ficaram entre 0,75 e 2,75 pontos, com o março fechando com US$ 13,70 e o maio, US$ 13,68 por bushel. 

SOJA - PREMIO
CONTRATO VALOR
jan/21 40
mar/21 45
abr/21 45
mai/21 50
Última atualização: 21/01/2021

O fechamento misto e com oscilações limitadas na Bolsa de Chicago reflete uma pausa do mercado para se redirecionar depois das últimas baixas fortes e das notícias mais recentes, entre elas a posse de Joe Biden como presidente dos Estados Unidos, segundo analistas e consultores. 

Além das questões técnicas, entre os fundamentos permanece a atenção dos traders sobre o clima na América do Sul - com uma considerável melhora das chuvas na Argentina - e também o aperto agressivo entre a oferta e a demanda. A soja brasileira mais barata do que a americana também está no radar dos traders neste momento. 

Aos poucos, o mercado vai também especulando e monitorando as expectativas e os preparativos para a safra 2021/22 dos Estados Unidos. A disparada dos preços da soja e do milho - que supera 60% nos últimos 12 meses em Chicago - levou as cotações a patamares muito melhores e mais rentáveis, e as condições deverão estimular um aumento considerável de área no país. 

Foco no clima, no incremento de área, nas relações entre os preços da soja e do milho, no retorno financeiro de ambas e no atual quadro de oferta e demanda. 

"Os Estados Unidos precisam aumentar a área e ter produtividades quase recordes para garantir estoques razoáveis", explica Marcos Aráujo, analista de mercado da Agrinvest Commodities.

           
Preço soja referência (chicago ):$/MT 518,18   20/jan
           
Preço Brasil - esalq - Paranaguá: $/MT 528,95   20/jan
           
Preço Brasil - Paranaguá: $/MT 516,17   20/jan
PREÇO REFERÊNCIA FAS PARANAGUÁ NET.  Preço Brasil MI = R$ 166,00 por saca

Os preços da soja estão em queda no mercado internacional, mas o interesse da China pela soja brasileira continuou, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “As atividades no CFR China desaceleraram na quarta-feira depois que as margens de esmagamento se estreitaram fortemente no início do dia, mas o interesse de compra pelos grãos brasileiros continuou a ser ouvido, com dois ou três navios negociados”, comenta. 

“Algumas  ofertas  foram  ouvidas  para  embarques  de soja  brasileira  no  segundo  e  terceiro  trimestre,  no entanto, elas ficaram muito abaixo das ofertas. A remessa de abril foi indicada em 147-153 c/bu sobre os  futuros  de maio  contra  propostas  superiores a  10 c/bu  abaixo,  e  a  remessa  de  junho  foi  oferecida  em torno de 169-170 c/bu sobre os futuros de julho com os  quais  as  ofertas  foram  indexadas  pelo  menos  7-8 c/bu inferior”, completa. 

Para embarque no mês anterior, o indicador CFR China para a opção mais barata de embarque em março subiu 4 c/bu mais alto em 150 c/bu sobre o futuro de março, equivalente a $ 561,75/t, queda de $ 2,75 / t. “No Brasil, os  prêmios subiram um  pouco mais  nos lances indicativos e nas ofertas no mercado de  Paranaguá, com fevereiro marcado a 87 c/bu, alta de 2 c/bu no dia e março a 55 c/bu, o mesmo valor”, indica. 

“Isso deixou o preço estável para o embarque de fevereiro em US$ 537,50/t FOB Paranaguá, queda de US$ 4/t no dia, com março avaliado em US$ 525,75/t. O porto de Santos foi marcado $ 2/t mais alto”, conclui a TF Consultoria Agroeconômica neste meio de semana. 

  soja US$ 5,36
       
  B3 (Bolsa)    
CONTRATO US$/sc R$/sc VAR
mar/21 30,2 161,87 0,43%
   
Última atualização: 16:14 (21/01) 

No Brasil, entretanto, as cotações subiram no interior do país, na maior parte das praças pesquisadas pelo Notícias Agrícolas, com altas de até 3,42%, como foi o caso de Brasília/DF, onde o preço da saca encerrou o dia com R$ 151,00. As referência subiram ainda nas praças do Paraná e Mato Grosso do Sul. 

Nos portos, as cotações fecharam a quinta-feira com estabilidade. Em Paranaguá, R$ 165,00 no spot e R$ 166,00 para fevereiro de 2021, já em Rio Grande, R$ 166,00 para o produto disponível e R$ 163,00 para março/21. No indicativo para junho no porto de Santos são R$ 167,00 por saca. 

O apoio para os preços da soja no Brasil, novamente, se deu pela alta do dólar frente ao real. A moeda americana começou o dia caindo, mas segue volátil, voltou a subir e encerrou a sessão com uma alta de 0,98% - depois de subir mais de 1% ao longo do dia - e valendo R$ 5,35. 

E essa movimentação de valorização do dólar, que não se deu somente sobre o real, inclusive, teria sido um dos fatores, mais uma vez, de pressão sobre as cotações da oleaginosa na CBOT. Os negócios, porém, ainda são limitados no Brasil.

Os sojicultores se focam mais na necessidade de avanço da colheita e já tendo o país mais de 60% da safra 2020/21 comercializada, dedicando-se às entregas do que foi vendido antecipadamente.

Assim, os produtores evitam agora novas vendas "com boas condições da safra e chuvas regulares em quase todas as regiões produtoras e atraso na chegada da safra", explica Vlamir Brandalizze, consultor de mercado da Brandalizze Consulting. Ao mesmo tempo, seguem monitorando não só o câmbio e Chicago, mas os prêmios e o espaço que ainda há para mais altas, principalmente no segundo semestre. 

Mais barata do que a americana, a soja brasileira aos poucos vai atraindo a volta da demanda para o mercado nacional, porém, para operações que deverão se efetivar mais a diante. 

INDICADOR DA SOJA ESALQ/BM&FBOVESPA - PARANAGUÁ
  VALOR R$ VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$
21/01/2021 170,11 0,78% 10,53% 31,76
20/01/2021 168,79 -1,46% 9,68% 31,73
19/01/2021 171,29 0,33% 11,30% 32,02
18/01/2021 170,72 0,62% 10,93% 32,26
15/01/2021 169,66 -0,25% 10,24% 32,1

No Paraná, o recuo nos preços da oleaginosa chegam a quase sete reais em algumas praças. “Soja spot voltou a recuar dois reais/saca para R$ 155,00 do preço no balcão,.

No  mercado  de  lotes,  os  preços  também  recuaram mais cinco reais/saca para R$ 162,00 posto em Ponta Grossa,  pagamento  final  de  janeiro  de  2021  e  sete reais/saca  para  R$  163,00  para  pagamento  final  de fevereiro.

Soja  futura  os  preços  permaneceu  em  R$  162,00 Ponta Grossa para safra 2021 abril/abril”, completa. 

Com queda de Chicago e do dólar os preços recuaram cerca de 1,32% no estado de Minas Gerais. “Como a soja de Minas Gerais vai em grande parte para a exportação, sofreram forte influência das quedas conjuntas de  Chicago  (16,25  cents/bushel)  e  do  dólar  (0,63%) nesta quarta-feira. Com  isto,  os  compradores  tiveram  que  recuar  em 1,32% ou entre 1 e  2 reais/saca os preços oferecidos aos produtores”, indica. 

Já no Mato Grosso do Sul, não houve negócios conhecidos. “Com  mercado  em  queda  não  houve  negócios conhecidos nesta quarta-feira no Mato Grosso do Sul. O  mercado  já  vinha  travado,  pelo  receio  dos agricultores de  comprometerem mais do  que os 60% já negociados  da  safra que  nem começaram a colher ainda e  uma  seca,  aliviada  hoje  por forte chuva,  que trouxe novo alento aos produtores”, conclui. 

 

SUGAR - AÇUCAR
 

March NY world sugar 11 (SBH21) on Thursday closed down -0.22 (-1.35%), and March London white sugar 5 (SWH21) closed down -5.70 (-1.25%) at $450.30

Sugar prices on Thursday dropped to 1-week lows. Weakness in the Brazilian real against the dollar on Thursday sparked long liquidation in sugar futures. The real fell -1.06% to a 1-week low against the dollar Thursday, which encourages export selling by Brazil&39;s sugar producers.

Sugar prices last Thursday rallied to a 3-1/2 year nearest-future high on the outlook for tighter global sugar supplies. Citigroup last Thursday raised its 2021 sugar price estimate to 14.7 cents/lb 13.6 cents/lb, citing "disappointment in the scale" of the government of India&39;s subsidy for sugar exports.

Smaller sugar output Thailand, the world&39;s second-largest sugar exporter, is bullish for sugar prices. Monday&39;s data the Thailand Office of the Cane & Sugar Board showed that Thailand&39;s 2020/21 sugar production Dec 10-Jan 14 was 2.1 MMT, down -43% y/y.

Sugar prices have underlying support solid sugar demand Asia. Sugar demand in Indonesia, the world&39;s top importer, is a bullish factor for sugar prices after Indonesia&39;s Trade Ministry December 30 said it would allow sugar refiners to import 1.93 MMT of raw sugar in the first half of 2021. Also, Indonesia&39;s Sugar Refivers Association recently said that it expects Indonesia&39;s sugar imports to climb +10% y/y to a record 3.3 MMT in 2021 due to higher demand the food and beverage industry. In addition, robust sugar demand in China, the world&39;s second-largest sugar importer, is positive for prices after China&39;s General Administrations of Customs reported Monday that China&39;s Dec sugar imports surged +325% y/y to 910 MT and China 2020 total sugar imports rose +55.5% y/y to 5.27 MMT.

Sugar prices have underlying support dry conditions in Brazil that may curb sugarcane yields and reduce Brazil&39;s sugar production. Irregular rain in Brazil&39;s sugar-growing areas is keeping soil moisture levels below normal. The U.S. Climate Prediction Center said last Thursday that a La Nina weather pattern would likely last at least until March and possibly beyond, which could lead to prolonged excessive dryness in Brazil that cuts sugarcane yields.

Unica reported last Wednesday that Brazil&39;s Center-South sugar production in the second half of December fell -13.7% y/y to 11,000 MT. However,

2020/21 Brazil Center-South sugar production through December is up +44% y/y to 38.195 MMT, with the percentage of cane used for sugar climbing to rose to 46.22% in 2020/21 34.48% in 2019/20.

Slack demand for Brazilian ethanol may prompt Brazil&39;s sugar mills to divert more cane crushing toward sugar production rather than ethanol production, which would boost sugar supplies and is bearish for prices. Unica reported last Wednesday that Brazil Center-South domestic ethanol sales in December fell -6.6% y/y to 1.75 billion liters. Since the beginning of the season in April, domestic Brazil ethanol sales are down -18% y/y to 14.5 billion liters.

The outlook for more sugar supplies India is bearish for sugar prices. The Indian Sugar Mills Association reported Monday that India&39;s sugar production Oct 1-Jan 15 jumped +31% y/y to 14.27 MMT. Also, the Indian government on December 16 authorized spending 35 billion rupees ($475 million) to help subsidize Indian sugar producers to export as much as 6 MMT in the 2020/21 season.

INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL ESALQ/BVMF - SANTOS
  VALOR R$ VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$  
21/01/2021 107,37 2,33% -0,20% 20,05  
20/01/2021 104,93 0,04% -2,47% 19,73  
19/01/2021 104,89 0,80% -2,51% 19,61  
18/01/2021 104,06 0,03% -3,28% 19,66  
15/01/2021 104,03 -0,49% -3,31% 19,68  
Nota: Reais por saca de 50 kg, com ICMS (7%) .      
  media R$ 105,06      
  valor saco $ 19,60      
  valor ton $ 392,00  porto santos - FAS - icmusa 130 - 180
                          com 7% icms    

A produção de açúcar do Brasil deverá recuar 6% na temporada 2021/22, com expectativas de que as usinas do centro-sul produzam 36 milhões de toneladas, disse nesta quinta-feira a trading de commodities e fornecedora de serviços em cadeias de oferta Czarnikow.

"As usinas ainda vão maximizar a produção de açúcar --é apenas que a quantidade disponível de cana para moagem é menor", disse Ana Zancaner, analista da Czarnikow, em um relatório.

Ela afirmou que as chuvas no último trimestre de 2020 ficaram 26% abaixo da média, o que pode afetar o desenvolvimento da cana para a nova safra. Em 2020/21, a produção de açúcar local atingiu 38,4 milhões de toneladas.

Incêndios que atingiram algumas regiões do Estado de São Paulo também afetaram canaviais e vão prejudicar os rendimentos, especialmente em áreas renovadas recentemente, segundo a analista.

A Czarnikow projetou a moagem total de cana no centro-sul em 580 milhões de toneladas em 2021/22, ante 605 milhões de toneladas em 2020/21.

Apesar da produção menor, o relatório afirmou que as usinas deverão ter um ano muito positivo, com os preços do açúcar em máximas históricas nos termos da moeda local.

A analista disse que as usinas já fixaram preços para cerca de 70% da produção esperada, acrescentando que elas deverão alocar até 47,3% da cana para a fabricação de açúcar em 2021/22, nível superior aos 46,1% vistos na safra anterior.

A produção de etanol de cana foi estimada em 24,6 bilhões de litros, uma queda frente aos 27,7 bilhões de litros fabricados em 2020/21.

 

› FONTE: Floripa News (www.floripanews.com.br)

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