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O açúcar branco subia 0,95%, cotado a US$ 466,10 a tonelada e fechou o dia em $467.50 (+1.,26%)

Publicado em 18/01/2021 Editoria: AgroNews Comente!


CORN - MILHO

Sem referência de Chicago, B3 tem leves altas nesta 2ªfeira.

Os preços futuros do milho fecharam o primeiro dia da semana subindo na Bolsa Brasileira (B3). As principais cotações registraram movimentações positivas entre 0,56% e 1,02% pontos ao final da segunda-feira.

O vencimento março/21 foi cotado à R$ 89,10 com valorização de 1,02%,  o maio/21 valeu R$ 85,30 com ganho de 0,90%, o julho/21 foi negociado por R$ 77,90 com elevação de 0,56%, e o setembro/21 teve valor de R$ 75,90 com alta de 0,80%.

miho
     
Chicago (CME)
CONTRATO US$/bu VAR
mar/21 533 -1,25
MAY 2021 535,75 -2
jul/21 533,25 -1,5
SEP 2021 484,25 0,25
Última atualização: 15:23 (15/01)

Para o analista de mercado da Brandalizze Consulting, Vlamir Brandalizze, esse foi um dia de B3 positiva mesmo com o dólar negativo e sem as referências de Chicago, que ficou fechada em função do feriado americano do dia de Martin Luther King.

“O ambiente do milho é bastante favorável e a B3 está expondo isso. A semana começa com bastante pressão de compra no mercado nacional e a pressão da colheita da safra de verão ainda é pouca”, pontua o analista.

Brandalizze ainda destaca que está primeira safra, ao contrario da soja, foi bastante afetada pelo clima e tem perdas de 5 milhões de toneladas que irão deixar o mercado enxuto neste primeiro semestre.

O movimento de alta nas cotações do milho segue firme no Brasil. Segundo pesquisadores do Cepea, o impulso vem dos baixos estoques internos de milho, da queda na produção da safra de verão e dos preços elevados nos portos. Diante disso, em muitas regiões consultadas pelo Cepea, os valores atingem novos patamares recordes nominais. As cotações externas também avançam, influenciadas por estimativas indicando safra e estoques de passagem menores que os previstos anteriormente. Quanto aos negócios no spot nacional, pesquisadores ressaltam que ainda ocorrem apenas quando há maior necessidade. Enquanto vendedores, atentos à queda na produção, estão à espera de novas valorizações, compradores têm expectativa de que o início da colheita possa pressionar as cotações. 

De acordo com a TF Agroeconêmica, a semana permaneceu com preços inalterados, mas elevados, no mercado do estado do Rio Grande do Sul. “Tudo continua igual: comprador grande indicando R$ 83,00 interior; no picado R$ 85,00  e vendedor falando em R$ 85,00 interior As novas quedas de Chicago compensando as altas do dólar não afetaram os preços internos no estado, que tem vida própria e dinamismo particular”, comenta. 

Em Santa Catarina, os preços se elevam para R$ 85,00 no Meio Oeste do estado. “A grande necessidade de matéria-prima e as elevações do dólar, que enxugam os estoques disponível, de um lado, e aumentam os preços da carne exportada de outro, permitiram aos compradores de Sarta Catarina elevar para R$ 85,00 CIF fábricas o preço do milho, tanto o local, como o importado de outros estados. Mesmo  assim,  o  preço  do  milho  paraguaio  continua competitivo e há ofertas disponíveis”, completa. 

No Paraná, os preços recuaram dois reais/saca para fevereiro. “Preço  de  comprador do  milho  spot  manteve  a alta do  dia  anterior  a  R$ 82,00 nos  Campos  Gerais, mas  poucas ofertas. Vendedor continua pedindo R$ 83,00/saca ou mais. Sem indicação nas fábricas dos Campos Gerais. Milho futuro recuou mais dois reais/saca para R$ 80,00 em Paranaguá para fevereiro/março de 2021. Indicação de comprador manteve a alta do dia anterior em R$ 76,00 para março/abril de 2021, posto fábrica”, indica. 

No Mato Grosso do Sul não há ofertas, porque os produtores não vendem. “O alto nível de comprometimento de vendas dos agricultores, mais as incertezas quanto à produção da próxima safrinha no estado estão mantendo os agricultores na defensiva e o mercado travado. Por  outro  lado,  a  ausência  de  compradores  do  Sul  do país também pressiona o mercado, mantendo os preços inalterados, embora elevados”, conclui. 

miho
     
  B3 (Bolsa)  
mar/21 89,1 1,02%
mai/21 85,3 0,90%
jul/21 77,9 0,56%
set/21 75,9 0,80%
Última atualização: 17:04 (18/01)
 

O Brasil precisaria aumentar em pelo menos 10% a sua produção anual de milho para atender as demandas, aponta a Consultoria TF Agroeconômica. “O relatório do USDA desta semana deixou claro um fato muito positivo para os agricultores brasileiros: há muito espaço para aumentar a produção de milho Safrinha no Brasil, que produz na entressafra americana”, explicam os analistas de mercado. 

O mais importante, apontam eles, é a grande necessidade de aumentar a produção de suínos na China e na Europa, que voltou a sofrer com peste suína e teve que abater mais de 6 milhões de cabeças nesta semana. Isso deverá gerar demanda extra por, pelo menos, mais dois anos. Na avaliação dos técnicos da TF Consultoria este aumento poderia ser de, pelo menos, 10% acima da área atual plantada no Brasil: “E o país tem terra, maquinário, dinheiro e mão de obra especializada para isto”.

“Ao contrário da soja, o milho tem forte tendência de alta no primeiro semestre de 2021, podendo chegar a R$ 95,00/saca em JUNHO ou JULHO, diante da grande escassez do produto no Brasil e no Mundo e da grande demanda no Brasil e no Mundo. A lucratividade estaria por volta de 50,29%, com custos de produção da segunda safra de R$ 47,24 e preços pagos ao produtor de R$ 71,00/saca. Foque no lucro e não no preço”, conclui a equipe da TF.

FATORES DE ALTA

Forte redução dos estoques mundiais: o USDA reduziu em 5,13 milhões de toneladas a produção mundial e em 3,83 MT os estoques finais de milho nos EUA. No Brasil foram reduzidos em mais 1,0 milhão de toneladas;
Grande escassez de produto no Brasil, cujos estoques finais foram reduzidos novamente pela Conab em mais 76 mil toneladas, para 7,33 MT, contra 10,84 MT da safra anterior;
Grande demanda por carnes, que aumentou a demanda por milho;
O dólar subiu 2% nas duas primeiras semanas de janeiro e tende a continuar elevado, apesar da queda desta semana;

FATORES DE BAIXA

Colheita da safra de verão – fator fraco, porque a colheita foi menor do que se esperava por problemas de seca nos estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, que também são grandes consumidores. O país já havia plantado uma área menor.

Plantio de uma área maior de milho safrinha – Com o início da programação da próxima safra de inverno no Brasil, os números deverão ter impacto na tendência dos preços, uma vez que podem suavizar, a partir de junho/julho, as necessidades dos consumidores, grandes e pequenos.

Relatório de DDG e WDG da Scot Consultoria referente à primeira quinzena de janeiro e fique por dentro das atualizações sobre o mercado dos coprodutos das usinas de etanol de milho e outros concentrados. A Scot Consultoria monitora esse mercado rotineiramente, e produz estudos e relatórios sob medida para acompanhamento e auxílio nas tomadas decisão.

A primeira quinzena de janeiro caracterizou-se pelo ritmo lento de negócios. Em função disso, a cotação do DDG manteve-se entre R$1.260,61 e R$1.813,33 por tonelada, sem o frete, considerando os preços convertidos para 32% de proteína bruta (PB) (referência Mato Grosso e Goiás).

INDICADOR DO MILHO ESALQ/BM&FBOVESPA (Mercado)
  VALOR R$ VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$
15/01/2021 84,52 0,28% 7,46% 15,99
14/01/2021 84,28 0,49% 7,16% 16,2
13/01/2021 83,87 0,66% 6,64% 15,82
12/01/2021 83,32 0,82% 5,94% 15,62
11/01/2021 82,64 0,05% 5,07% 15,05
         

O Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços divulgou, por meio da Secretaria de Comércio Exterior, seu relatório semanal que aponta as exportações acumuladas de diversos produtos agrícolas até o final da segunda semana de janeiro.

Nestes primeiros 10 dias úteis do mês, o Brasil exportou 1.243.199 toneladas de milho não moído. Este volume representa um aumente de 601.884,2 toneladas com relação ao que foi contabilizado na última semana (641.314,8) e já é 24,83% de tudo o que foi embarcado durante o mês de dezembro (5.006.035,8 toneladas).

Com isso, a média diária de embarques ficou em 124.319,9 toneladas, patamar 45,36% menor do que a média do mês passado (227.547,1 toneladas). Em comparação ao mesmo período do ano passado, a média de exportações diárias ficou 29,80% maior do que as 95.781,3 do mês de janeiro de 2020.

Em termos financeiros, o Brasil exportou um total de US$ 246.877,50 no período, contra US$ 359.831,00 de todo janeiro do ano passado. Já na média diária, o atual mês contabilizou acréscimo de 50,94% ficando com US$ 24.687,80 por dia útil contra US$ 16.314,80 em janeiro do ano passado.

O preço por tonelada obtido também registrou elevação de 16,29% no período, saindo dos US$ 170,80 do ano passado para US$ 198,60 neste mês de janeiro.

A Anec (Associação Nacional dos Exportadores de Cereais) espera que o Brasil exporte 2,121 milhões de toneladas de milho neste primeiro mês de 2021, patamar que seria 80,66% maior do que as 1,174 milhões de janeiro de 2020.

Para chegar nesta projeção, o país precisa embarcar outras 877.801 toneladas nos 10 dias úteis restantes. Caso mantenha a média de exportações diárias atuais, o mês se encerraria com o total de 2.486.398, superando assim as expectativas da Anec.


SOYBEAN - SOJA

Sem o referencial de Chicago e com o dólar volátil e perto da estabilidade, o mercado brasileiro de soja teve um dia travado. Os preços pouco oscilaram e eram apenas nominais. Os produtores voltam a atenção para o início da colheita.

SOJA - CME - CHICAGO
CONTRATO US$/bu Variação (cts/US$) Variação (%)
mar/21 14,1675 -13,75 -0,96
mai/21 14,1475 -13 -0,91
jul/21 14,01 -12,25 -0,87
ago/21 13,5425 -5,75 -
Última atualização: 17:00 (15/01)  

"Os prêmios da soja para exportação estão subvalorizados", afirma o diretor da Pátria Agronegócios, Matheus Pereira. O analista explica que embora o cenário para o mercado internacional e os preços em dólares seja bastante favorável, a força dos prêmios também será determinante para a continuidade e a garantia dos preços altos da oleaginosa brasileira. Os valores, afinal, seguem positivos mesmo com a colheita ganhando ritmo, as referências em Chicago acima dos US$ 14,00 e o dólar também alto frente ao real. 

"E nós, aqui na Pátria, acreditamos que há espaço para mais altas não só nos prêmios, mas também dos preços em Chicago e do dólar", diz Pereira. Hoje, a referência para fevereiro/21 tem cerca de 64 cents de dólar por bushel sobre o valor da CBOT, na pedida do comprador. "Mas podemos ver estes valores voltando a atuar entre 80 e até 100 cents acima de Chicago, principalmente quando os compradores chineses voltarem mais agressivamente aqui para o Brasil". 

SOJA - PREMIO
CONTRATO VALOR
jan/21 40
mar/21 45
abr/21 45
mai/21 50
Última atualização: 15/01/2021
   

A China ainda compra muita soja norte-americana - na última semana foram quase 1 milhão de toneladas - o que é mais um sinal, além da força de seu consumo - de que os atuais preços ainda não exercem o poder de racionamento da demanda, como vem sendo sinalizado por especialistas. "E há essa máxima no mercado de que, em momentos como estes, o remédio para preços altos são preços ainda mais altos", diz. 

Pereira explica ainda que os prêmios também não têm espaço para quedas no Brasil diante da baixa oferta exportável que deverá se mostrar disponível ao mercado na medida em que a colheita for avançando no Brasil. Já são quase 65% da nova safra comprometida com a exportação, o que deverá, como já aconteceu em 2020, alimentar uma disputa severa entre a indústria processadora nacional e as exportações do restante ainda a ser comercializado. 

E o mercado já monitora também o comportamento da China após o maior feriado do país. O Ano Novo Lunar se dá em 12 de fevereiro, "e depois disso, os chineses tendem a ser compradores muito agressivos", diz o analista. 

MACROCICLO DE ALTAS 

Ainda como explica Matheus Pereira, as novas altas em Chicago são esperadas também pelas commodities - especialmente as agrícolas - estarem em um "macrociclo de altas", o que deverá resultar em preços elevados por pelo menos algo entre 3 e 5 anos. "Estamos em um momento em que a demanda superou a oferta. E esse é o período necessário para que a haja, novamente, um equilíbrio entre produçã e consumo, e três anos de clima bom na América do Sul - Brasil, Argentina e Paraguai - e Estados Unidos, afirma.

           
Preço soja referência (chicago ):$/MT 535,26   15/jan
           
Preço Brasil - esalq - Paranaguá: $/MT 534,53   15/jan
           
Preço Brasil - Paranaguá: $/MT 532,45   18/jan
PREÇO REFERÊNCIA FAS PARANAGUÁ NET.  Preço Brasil MI = R$ 169,00 por saca

A soja está com seus preços elevadíssimos e altíssima lucratividade, e estes dois fatores reduzem um pouco as chances de altas muito grandes daqui para frente, aponta a Consultoria TF Agroeconômica. “Ao contrário do trigo e do milho, esses dois com forte potencial de elevação dos preços, no primeiro semestre de 2021. Se precisar de dinheiro venda soja e segure o milho e o trigo”, recomendam os analistas de mercado.

Com chances reduzidas de novas grandes altas, explica a equipe da TF, o foco deve ser a lucratividade. “Entendemos e aprovamos o receio que os agricultores tem em fazer novas vendas, diante da incerteza quanto à sua real produção neste ano, em face dos problemas climáticos desta safra, com o vai e vem da seca que está atrasando a colheita em relação ao seu ritmo histórico. Com tudo isto, nossa recomendação continua sendo a de manter o foco na lucratividade, que está em 52,66% e não no preço, que geralmente é enganoso”, conclui a equipe de consultores.

FATORES DE ALTA

Temporais de granizo no Sul – podem afetar lavouras plantas, sem chance de replantio;
Alta do dólar (no ano) – deverá se manter alto no ano, devido ao aumento das tensões políticas pré-eleição, à falta de encaminhamento das reformas e indecisões quanto à vacinação no Brasil;
Queda da disponibilidade de milho aumentando fortemente a demanda por farelo de soja, que já está mais caro que a soja. Mas, esta alta deverá vigorar até a entrada mais forte da colheita.
Altas de Chicago, com a demanda chinesa se dirigindo para aquele país diante do atraso da colheita brasileira.

FATORES DE BAIXA

Início da vacinação no Brasil – capenga, mas iniciando, fator fraco de baixa;
Chuvas no Brasil – melhorando a situação de estados importantes do Centro-Oeste;
Queda do dólar (na semana) – pressionou os preços, mas deve voltar a subir, pelos motivos expostos acima. Não deve cair abaixo d R$ 5,00 neste ano e o mais provável é que a média fique acima dos R$ 5,25 no ano.
Início iminente da colheita (já começou no MT e deverá começar no MS, PR e Centro-Oeste em breve), que sempre pressiona os preços, embora mais de 65% da safra já esteja comprometida.

  soja US$ 5,29
       
  B3 (Bolsa)    
CONTRATO US$/sc R$/sc VAR
mar/21 31,31 165,6299 -0,92%
   
Última atualização: 15:21 (1501) - não houve negociação em 1801

Os preços internos da soja estão em alta, influenciados pela valorização externa e pelo baixo excedente doméstico. O Indicador ESALQ/BM&FBovespa Paranaguá (PR) subiu 2,45% entre 8 e 15 de janeiro, a R$ 169,66/sc na sexta-feira, 15. O Indicador CEPEA/ESALQ Paraná avançou 3,75% no mesmo comparativo, a R$ 166,97/sc de 60 kg na sexta. No campo, o cultivo de soja está praticamente finalizado no Brasil, e a Conab estima produção nacional em 133,69 milhões de toneladas, pouco acima da esperada pelo USDA, de 133 milhões de toneladas. Agora, as atenções de agentes se voltam à colheita, que já foi iniciada em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná e Minas Gerais. Entretanto, o ritmo das atividades ainda é lento, tendo em vista o cultivo tardio. A expectativa é de que os trabalhos de campo se intensifiquem entre o final de janeiro e o começo de fevereiro. As áreas de cultivo precoce têm registrado baixa produtividade, diante das chuvas tardias.

INDICADOR DA SOJA ESALQ/BM&FBOVESPA - PARANAGUÁ
  VALOR R$ VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$
15/01/2021 169,66 -0,25% 10,24% 32,1
14/01/2021 170,08 -0,35% 10,51% 32,69
13/01/2021 170,68 -0,02% 10,90% 32,2
12/01/2021 170,72 1,31% 10,93% 32,01
11/01/2021 168,51 1,75% 9,49% 30,69
         

Em Passo Fundo (RS), a saca de soja com 60 quilos permaneceu em R$ 168. Na região das Missões, a cotação seguiu em R$ 166. No porto de Rio Grande, o preço estabilizou em R$ 171.

Em Cascavel, no Paraná, o preço aumentou de R$ 166 para R$ 168 a saca. No porto de Paranaguá (PR), a saca avançou de R$ 171 para R$ 172.

Em Rondonópolis (MT), a saca seguiu em R$ 155. Em Dourados (MS), a cotação estabilizou em R$ 160 a saca. Em Rio Verde (GO), a saca permaneceu em R$ 165.


SUGAR - AÇUCAR

March NY world sugar 11 (SBH21) on Friday closed down -0.22 (-1.32%), and March London white sugar 5 (SWH21) closed down -2.70 (-0.58%). Today 11 is closed due holyday and 5 March Londin closed up +1.26% at $467.50 per ton and recovered loses on Friday.

Sugar prices on Friday settled moderately lower as a rally in the dollar index to a 3-1/2 week high and a -2% plunge in crude oil prices sparked long liquidation pressure in sugar futures.

Sugar prices earlier rallied to 3-1/2 year nearest-future highs on Thursday on the outlook for tighter global sugar supplies. Citigroup on Thursday raised its 2021 sugar price estimate to 14.7 cents/lb 13.6 cents/lb, citing "disappointment in the scale" of the government of India&39;s subsidy for sugar exports.

Recent strength in crude oil prices benefits ethanol prices and is bullish for sugar prices. Higher crude oil prices encourage Brazil&39;s sugar mills to divert more cane crushing toward ethanol production rather than sugar production, thus curbing sugar supplies.

Unica reported Wednesday that Brazil&39;s Center-South sugar production in the second half of December fell -13.7% y/y to 11,000 MT. However, 2020/21 Brazil Center-South sugar production through December is up +44% y/y to 38.195 MMT, with the percentage of cane used for sugar climbing to rose to 46.22% in 2020/21 34.48% in 2019/20.

Slack demand for Brazilian ethanol may prompt Brazil&39;s sugar mills to divert more cane crushing toward sugar production rather than ethanol production, which would boost sugar supplies and is bearish for prices. Unica reported Wednesday that Brazil Center-South domestic ethanol sales in December fell -6.6% y/y to 1.75 billion liters. Since the beginning of the season in April, domestic Brazil ethanol sales are down -18% y/y to 14.5 billion liters.

The outlook for more sugar supplies India is bearish for sugar prices. The Indian Sugar Mills Association reported on December 24 that India&39;s sugar production Oct 1-Dec 15 jumped +61% y/y to 7.38 MMT. On November 19, the USDA&39;s Foreign Agricultural Service (FAS) estimated that India&39;s 2020/21 sugar production would climb +16.8 % y/y to 33.76 MMT, and India&39;s sugar exports will climb +3.5% to 6.0 MMT. Also, the Indian government on December 16 authorized spending 35 billion rupees ($475 million) to help subsidize Indian sugar producers to export as much as 6 MMT in the 2020/21 season.

Sugar prices have underlying support dry conditions in Brazil that may curb sugarcane yields and reduce Brazil&39;s sugar production. Irregular rain in Brazil&39;s sugar-growing areas is keeping soil moisture levels below normal. The U.S. Climate Prediction Center said on Thursday that a La Nina weather pattern would likely last at least until March and possibly beyond, which could lead to prolonged excessive dryness in Brazil that cuts sugarcane yields.

Big Picture Sugar Market Factors: World sugar production in 2020/21 (Apr/Mar) is expected to climb +0.9% y/y to 171.1 MMT after falling -8.4% in 2019/20 to 169.6 MMT (ISO). The world sugar deficit in 2020/21 is expected to widen to a -3.5 MMT deficit a +1.86 MMT surplus in 2019/20 (ISO). Sugar production by Brazil, the world&39;s largest sugar producer, in 2020/21 (Apr/Mar) will climb by +32% y/y to 39.3 MMT 29.8 MMT in 2019/20, as millers divert 46.4% of cane juice to produce sugar (up 34.9% in 2019/20) due to the weak outlook for ethanol demand and prices (Conab). Sugar production by India, the world&39;s second-largest sugar producer, in 2020/21 will climb +13% y/y to 31 MMT due to a good monsoon season (India&39;s Sugar Mills Association).

INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL ESALQ/BVMF - SANTOS
  VALOR R$ VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$  
15/01/2021 104,03 -0,49% -3,31% 19,68  
14/01/2021 104,54 -0,01% -2,83% 20,09  
13/01/2021 104,55 -0,82% -2,83% 19,73  
12/01/2021 105,41 -0,27% -2,03% 19,77  
11/01/2021 105,7 -0,33% -1,76% 19,25  
Nota: Reais por saca de 50 kg, com ICMS (7%) .      
  media R$ 104,85      
  valor saco $ 19,82      
  valor ton $ 396,39  porto santos - FAS - icmusa 130 - 180
                          com 7% icms    

Açúcar avança nesta manhã de 2ª feira na Bolsa de Londres; NY fechada com feriado

Os futuros do açúcar na Bolsa de Londres operam com leve alta nesta manhã de segunda-feira (18). O suporte vem de ajuste de posições ante as perdas da sessão anterior e atenção para o cenário de oferta restrita neste momento.

Por volta das 09h34 (horário de Brasília), o açúcar branco subia 0,95%, cotado a US$ 466,10 a tonelada e fechou o dia em $467.50 (+1.,26%).

A valorização no mercado, além de ajustes de posições após quedas recentes, acompanha as recentes apreensões com a oferta da commodity nas duas principais origens produtoras do mundo, Índia e Brasil.

 

 

 

 

 

› FONTE: Floripa News (www.floripanews.com.br)

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