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Soja ameniza baixa e milho sobe na CBOT ! Açúcar cai 7% em uma semana no 11

Publicado em 26/02/2021 Editoria: AgroNews Comente!


CORN - MILHO
A Bolsa de Chicago (CBOT) teve um dia de recuos para os preços internacionais do milho futuro. As principais cotações registraram movimentações entre 4,75 pontos negativos e 0,75 pontos positivos ao final da sexta-feira.

O vencimento março/21 foi cotado à US$ 5,55 com ganho de 0,75 pontos, o maio/21 valeu US$ 5,47 com perda de 2,25 pontos, o julho/21 foi negociado por US$ 5,35 com desvalorização de 4,75 pontos e o setembro/21 teve valor de US$ 4,89 com baixa de 3,50 pontos.

Esses índices representaram quedas, com relação ao fechamento da última quinta-feira, de 0,36% para o maio/21, de 0,74% para o julho/21 e de 0,81% para o setembro/21, além de alta de 0,18% para o março/21.

Com relação ao fechamento da última semana, os futuros do milho acumularam valorizações de 2,39% para o março/21, de 1,10% para o maio/21, de 0,37% para o julho/21 e de 1,66% para o setembro/21 na comparação com a última sexta-feira (19).

miho
     
Chicago (CME)
CONTRATO US$/bu VAR
mar/21 555,5 0,75
MAY 2021 547,5 -2,25
jul/21 535 -4,75
SEP 2021 489,5 -3,5
Última atualização: 17:01 (26/02)

Segundo informações da Agência Reuters, os futuros de milho se enfraqueceram, com traders observando uma falta de atividade de exportação esta semana, mesmo com os compradores chineses de volta ao mercado após as comemorações do Ano Novo Lunar.

“Um mercado em alta precisa ser alimentado todos os dias. Simplesmente não vemos números de exportação justificando esse tipo de preço”, disse à Reuters Mark Gold, fundador da Top Third Ag Marketing.

Porém, a publicação também destaca que muitos analistas e traders ainda vêem as tensões de oferta global sustentando os preços dos grãos.

“Há um pouco de realização de lucros, mas no geral ainda estamos otimistas, especialmente para soja e milho. Estamos prestes a entrar na temporada crítica de plantio de março a maio no hemisfério norte, então há muito risco pela frente”, disse Ole Houe, diretor de serviços de consultoria da corretora IKON Commodities.

O principal destaque do mercado internacional de milho é os Estados Unidos enfrentando uma forte concorrência com o Brasil e a Argentina. Nos mercados à vista, as ofertas no Golfo dos EUA para abril e maio caíram 4 c/bu para 86 c/bu em relação ao contrato de maio, com as propostas permanecendo fracas. 

E  os  EUA  continuaram  enfrentando  forte  competição da  América  do  Sul,  com  as  ofertas  da  Up  River  na Argentina  caindo  em  cerca  de  3  c/bu  para  57  c/bu sobre  o  futuro  de  maio,  com  ofertas  estáveis  em  50 c/bu. No Brasil,  as  ofertas  caíram 2 c/bu para 81 c/bu em relação ao futuro de julho para embarque em julho,com lances subindo de 1 c/bu para 77 c/bu no mesmo contrato. 

Na Ásia,  a  Coréia do Sul  começou o  dia  calmamente com  o  aumento  noturno  nos  futuros  do  milho, fornecendo pouco incentivo para os usuários finais entrarem no mercado, enquanto o Vietnã continuou a mostrar um mercado bem oferecido.

Os  portos  do  sul  do  Vietnã  foram  ofertados  a  US$  297/t  para  carregamento  em  março,  enquanto  agosto  e setembro - no auge da safra da América do Sul - foram ofertados a US$ 277/t.  Na China, os contratos de milho na bolsa de Dalian registraram novos ganhos nos valores de liquidação, com maio - o contrato mais líquido em termos de volume - subindo 1,3% para CNY 2.818/t ($ 436,50/t).

Para a Ucrânia, o mercado foi misto hoje, com a menor oferta ouvida em US$ 263/t FOB HIPP e US$ 261/t FOB  Mykolaiv, mas  a maior  parte  das ofertas  foi  ouvida

na  faixa  de  US$  264-  $  265/t  FOB Mykolaiv e US$ 268/t e superior na base FOB HIPP.  Os compradores  focaram  em  US$ 260$- 262$/t  FOB HIPP durante o dia, mas procurando valores menores com a queda na CBOT.

miho
     
  B3 (Bolsa)  
mar/21 88,4 0,28%
mai/21 88,62 0,09%
jul/21 83,3 -0,83%
set/21 80,19 0,24%
Última atualização: 18:00 (26/02)
 

Os preços futuros do milho registraram leves quedas ao longo de toda a sexta-feira na Bolsa Brasileira (B3). As principais cotações registraram movimentações negativas entre 0,61% e 0,85% ao final do dia.

O vencimento março/21 foi cotado à R$ 88,15 com desvalorização de 0,85%, o maio/21 valeu R$ 88,54 com baixa de 0,61%, o julho/21 foi negociado por R$ 83,30 com queda de 0,83% e o setembro/21 teve valor de R$ 80,00 com perda de 0,81%.

Com relação ao fechamento da última semana, os futuros do milho acumularam altas de 1,77% para o março/21, de 2,96% para o maio/21, de 3,74% para o julho/21 e de 4,57% para o setembro/21 na comparação com a última sexta-feira (19).

Para o analista de mercado da Brandalizze Consulting, Vlamir Brandalizze, o mercado brasileiro de milho segue com poucos negócios acontecendo enquanto os compradores querem pagar menos e os compradores esperam receber mais.

Enquanto isso, a colheita da safra verão segue lenta após uma frente com chuvas que passou no Sul. “Esperamos que na próxima semana a colheita volte com força e mais milho chegue aos braços dos consumidores”, relata o analista.

Brandalizze destaca também que o plantio da safrinha segue a todo o vapor com o Mato Grosso já passando de 50%, mesmo com atraso e com metade das áreas ficando para março em um período de maior risco. “O otimismo do setor está muito forte e a área de safrinha pode bater 15 milhões de hectares”.

No estado do Rio Grande do Sul, os produtores não abrem mão de R$ 83,00 pela saca. O Estado do Rio Grande do Sul apresentou um dia com pouca movimentação nas negociações. No final da tarde de ontem (24/02), houve relatos de negócios que foram fechados  com  uma  grande  compradora,  para  entregas no mês de maio.

A mesma, no entanto, segurou as cotações no dia de hoje, e baixou R$ 0,50 por saca em relação ao dia anterior, indicando assim R$ 84,00.

INDICADOR DO MILHO ESALQ/BM&FBOVESPA (Mercado)
  VALOR R$ VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$
26/02/2021 85,41 -0,21% 2,48% 15,3
25/02/2021 85,59 0,47% 2,70% 15,55
24/02/2021 85,19 0,13% 2,22% 15,68
23/02/2021 85,08 0,22% 2,09% 15,61
22/02/2021 84,89 0,64% 1,86% 15,6

Já Santa Catarina registrou ofertas escassas, com negócios em Chapecó e Concórdia. As  ofertas  estiveram  bastante  escassas  hoje  no  Estado de  Santa  Catarina,  segundo  relato  de  um  de  nossos correspondentes.  Em  comentário,  este  nos  disse  que apesar  do  esforço,  não  conseguiu  com  que  cerealistas ou  produtores  mostrassem  preços  ou  lotes,  e  que  o mercado, de maneira geral, esteve quieto. Novamente, a questão do frete nos foi relatada como principal fator de impedimento para os negócios.

No Paraná, foram vistos negócios pontuais no Oeste e no Sul, mas duas mil toneladas negociadas no norte, para São Paulo. As  negociações  no Estado  mantiveram o ritmo lento da semana e os negócios foram  pontuais, com as  tradings preocupando-se  em  embarcar  a  soja,  que  se  encontra atrasada em sua colheita. Nos Campos Gerais, pequenos lotes foram vistos sendo negociados  a  R$  79,00,  mas  de  forma  geral  a  região permanece com a ideia de R$ 80,00 na venda contra R$ 78,00 na compra. Na região, uma indústria segue indicando a R$76,00  nas  intenções  de  março  com pagamento abril.

Em levantamento realizado pela equipe do Notícias Agrícolas foram percebidas desvalorizações apenas em Rio do Sul/SC (1,30% e preço de R$ 76,00), Amambaí/MS (1,37% e preço de R$ 72,00) e Brasília/DF (1,43% e preço de R$ 69,00).

Já as valorizações apareceram nas praças de Castro/PR (0,63% e preço de R$ 80,00), Palma Sola/SC (0,65% e preço de R$ 77,50), Pato Branco/PR (0,66% e preço de R$ 76,20), Ubiratã/PR Cascavel/PR e Marechal Cândido Rondon/PR (0,68% e preço de R$ 74,50), Eldorado/MS (0,71% e preço de R$ 71,00), Ponta Grossa/PR (1,30% e preço de R$ 78,00), Maracaju/MS e Campo Grande/MS (1,39% e preço de R$ 73,00).



SOYBEAN - SOJA
 

A correção dos preços da soja na Bolsa de Chicago continua nesta sexta-feira (26), com perdas de mais de 10 pontos nos principais contratos na manhã de hoje. Por volta de 7h40 (horário de Brasília), os futuros da oleaginosa perdiam entre 12,25 e 16 pontos, com o março sendo cotado a US$ 13,90 e o agosto, US$ 13,41 por bushel. 

SOJA - CME - CHICAGO
CONTRATO US$/bu Variação (cts/US$) Variação (%)
mar/21 14,0525 -0,75 -0,05
mai/21 14,0425 -3,25 -0,23
jul/21 13,915 -5,75 -0,41
ago/21 13,4825 -8,25 -0,61
Última atualização: 17:02 (26/02)  

O mercado internacional permanece sustentado por seus fundamentos - entre eles a demanda forte, mas um pouco inativa agora, por parte da China, os estoques muito apertados tanto na América do Sul, quanto nos EUA, e os problemas com atrasos na colheita e nos embarques do Brasil. 

No entanto, o reajuste dos preços e o ajuste das posições, como explicam analistas e consultores de mercado, é natural depois de terem sido alcançadas as máximas desde 2014. Nesta semana, as cotações testaram suas máximas de 2021 e registraram sessões positivas consecutivas na CBOT. O avanço dos valores da soja tem se dado há nove meses seguidos. 

"Há um movimento de realização de lucros, mas acima de tudo, continuamos altistas, principalmente para a soja e o milho", diz à Reuters Internacional o diretor da consultoria Ikon Commodites. "Estamos prestes a entrar no período crítico do plantio em março no Hemisfério Norte, então, há muito risco pela frente", complementa. 

Ontem o diretor da Cogo Inteligência complementou a análise afirmando esse viés positivo que continua permeando o mercado. 

"É exatamente esse fato de uma relação de oferta e demanda ajustada, estoques apertados e compras ainda pesadas de importadores como a China que colocam esse patamar mais para baixo do que o atual (momentaneamente), mas ainda bem acima do que vimos em 2020 e também 2019. Estamos vindo de um período de cotação futura com os mais altos níveis desde 2014, 2015" disse.

SOJA - PREMIO - CBOT / PNG
CONTRATO VALOR
fev/21 5
mar/21 -10
abr/21 5
mai/21 20
Última atualização: 26/02/2021

O mercado da soja fechou a última sessão da semana na Bolsa de Chicago com estabilidade e as primeiras posições em campo positivo, voltando aos US$ 14,00 por bushel depois de um dia intenso, de volatilidade e de realizações de lucros fortes registradas mais cedo. 

Um início de normalização dos embarques da oleaginosa no Brasil, como explica o analista de mercado Eduardo Vanin, foi um dos pontos centrais dessa virada que os preços deram entre quinta e sexta-feira. Mais do que isso, as cotações passaram por uma realização de lucros depois de registrarem as máximas de 2014 e de acumularem sessões consecutivas de altas. 

No entanto, Vanin afirma ainda que esse é e precisa ser um movimento pontual já que os preços não podem cair mais e precisam continuar subindo para "tirar do produtor americano a soja que ele ainda tem a negociar na exportação e principalmente entre as indústrias processadoras norte-americanas.

A demanda interna dos EUA é forte e precisa ainda de cobertura para os próximos meses, o que deve intensificar a disputa entre processadores e exportadores. Do total de 61,24 milhões de toneladas a serem exportadas pelo país na safra 2020/21, 60 milhões já foram vendidas e 50 milhões embarcadas. 

"E a soja precisa subir mais do que o milho e o algodão para garantir o aumento de área. Chicago, nesse ponto, tem uma realidade bem diferente do Brasil", explica o analista. 

O mercado de derivados da soja é outro fator que continua dando importante suporte aos preços dos grãos. Os óleos vegetais, também influenciados pela recuperação do petróleo e outros de seus próprios fundamentos, testam suas máximas e são, de acordo com a FAO, os líderes da inflação de alimentos. 

"Em resumo, farelo e óleo dão esse suporte também de valorização para a soja em grão", diz. 

           
Preço soja referência (chicago ):$/MT 512,67   26/fev
           
Preço Brasil - esalq - Paranaguá: $/MT 497,47   26/fev
           
Preço Brasil - Paranaguá: $/MT 505,05   26/fev
PREÇO REFERÊNCIA FAS PARANAGUÁ NET.  Preço Brasil MI = R$ 170,00 por saca

Nos mercados à vista, a demanda chinesa aumentou ligeiramente, com indústrias e tradings cobrindo os embarques entre abril e maio deste ano. Nesse cenário, pelo menos 5-6 negociações de grãos brasileiros foram relatadas durante a noite. 

O indicador  CFR  China  para  embarque  em  abril  da opção  mais  barata  foi  avaliado  em  148  c/bu  sobre  o futuro de maio, equivalente a $ 574,25/t, queda de $ 2,75/t em relação ao dia anterior. A China registrou dois embarques de maio da Argentina por 146-148 c/bu sobre o futuro de maio em termos CFR. Na origem, uma remessa da última metade de maio foi negociada  a  37  c/bu  sobre  o  futuro  de  maio  na  base FOB em Santos, mas os detalhes não puderam ser verificados até o momento deste relatório.

No mercado de papel de Paranaguá, os prêmios foram recuperados com o embarque de abril sendo negociados a 8 c/bu sobre o futuro de maio e o embarque de maio foi negociado a 20 c/bu sobre o futuro de maio entre as corretoras. Isso equivalia a US$ 522,75/t para abril e US$ 527,25/t para maio”, completa. 

“Nos EUA,  os  prêmios  permaneceram  praticamente inalterados ao longo da curva tanto no Golfo quanto no PNW, com o valor da barcaça CIF para embarque em abril estável em 75 c/bu sobre o futuro de maio, equivalente a $ 547,5/t.  

Na semana, um dos destaques no mercado brasileiro foram os prêmios negativos diante de uma demanda, em especial da China, um pouco mais ausente neste momento, além dos atrasos nos embarques promovidos pelas condições adversas de clima. 

O que poderia mudar esse quadro seria uma volta das compras chinesas de forma mais agressiva ao Brasil e, neste momento, os prêmios negativos acabam atraindo a demanda chinesa diante de prêmios melhores e, consequentemente, margens melhores de esmagamento por lá. 

"Com a soja brasileira muito barata, a China viria com fome e isso faria os prêmios subirem. Mas, para isso acontecer, seria necessário a China consiga controlar esses surtos de zoonoses que aparecem entre dezembro e janeiro. E as informações sobre isso, agora, são poucas", afirma o analista. 

Ao lado dos prêmios, o câmbio também continua sendo um fator de extrema importância e suporte para os preços da soja no Brasil. Além desses dois fatores, o andamento dos preços dos fretes - que estão já mais altos - e exige monitoramento. 

Assim, a orientação de Eduardo Vanin é de que neste quadro atual do tripé de formação dos preços - prêmios em baixa, dólar alto e Chicago ainda em subida - "a recomendação é de venda da soja, se livra dos custos de armazenagem, paga suas contas em dia e compre um seguro de alta em Chicago, que é a ponta que mais promete altas durante esse primeiro semestre".  

  soja US$ 5,61
       
  B3 (Bolsa)    
CONTRATO US$/sc R$/sc VAR
mar/21 31 173,91 -0,06%
   
Última atualização: 16:14 (26/02)  

No Rio Grande do Sul foi feita um negociação com 20 mil toneladas sendo negociadas e mais altas de preços. As  ofertas chegaram a  R$171,00 no  porto para  entrega em  março;  R$167,00  em  Cruz  alta;  R$166,00  em  Ijuí; uma  alta  de  1,52%  em  Passo  Fundo,  chegando  a R$167,50. Existem indicações de que algo rodou em R$168,00 e o dia foi marcado por oscilações consideráveis. Os futuros também vão acompanhando, assim como os fretes que sobem quanto maior for a demanda e menor for o estoque esperado.

No Paraná foram negociadas cerca de 20 mil toneladas, para antecipar alta dos fretes. No Paraná os preços chegaram a R$ 167 em Paranaguá,,depois de terem sido cotados a R$168,00 e Ponta Grossa à R$163,00,  considerados  bons  valores  para  o  atual momento, onde  o  foco  está  na  colheita  e  nos  contratos que foram vendidos antecipadamente. Hoje  houveram volumes  vendidos na  casa  dos  R$166,00 para retirada em junho e pagamento no começo de 2022 e  existem  rumores  de  negócios  a  preços  mais  baixos, saindo  entre  R$150,00  à  R$151,00  e  R$142,00  para fevereiro FOB no oeste do Estado.

Os preços dos fretes estão mais altos em Mato Grosso, principal estado produtor, com a nova safra de grãos em processo de colheita. O Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) estimou os custos para os principais destinos em seu boletim semanal.

O trecho Sorriso-Miritituba (Pará) teve avanço mensal de 71,54%, devido também grande concentração da demanda por caminhões neste período, pois os produtores precisam escoar a produção para cumprir com seus contratos. 

De Sorriso a Rondonópolis onde há terminal ferroviário que escoa a safra para São Paulo, o frete dos caminhões subiu 103%, e o valor médio da tonelada está em R$ 163. De Sorriso a Paranaguá (PR) o acumulado no mês é de 28% com a tonelada em R$ 322.

A colheita de soja da safra 2020/21 totalizava, até a última sexta-feira (19), totalizando 34,51% das áreas. Apesar da alta concentração das colheitadeiras trabalhando os altos volumes de chuvas afetam os trabalhos e fazem com que o ritmo de colheita seja mais lento. O maior percentual colhido fica com a região Oeste do Estado que ultrapassa 50% do total das áreas. A estimativa de produção é de 35.489.696 toneladas.

O Porto de Santos iniciou o ano de 2021 mostrando sua capacidade de resiliência frente a desafios como a covid-19, registrando volumes recordes de movimentação. A estatística é da Santos Port Authority (SPA).

O volume total de cargas foi de 9,18 milhões de toneladas, resultado 10,5% superior ao de 2020 (8,31 milhões) e 1,4% maior que o recorde do mês, registrado em 2018 (9,05 milhões). A carga conteinerizada registrou 374,1 mil TEU (unidade equivalente a um contêiner de 20 pés), ficando 10,5% acima do mesmo período de 2020 (338,5 mil TEU), quando também tinha sido registrado o recorde anterior. Em toneladas, foram 3,9 milhões, maior marca já registrada nessa modalidade nos meses de janeiro, superando em 7,8% o recorde anterior obtido em 2018 (3,6 milhões) e em 10,1% a marca de 2020 (3,5 milhões).

INDICADOR DA SOJA ESALQ/BM&FBOVESPA - PARANAGUÁ
  VALOR R$ VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$
26/02/2021 167,45 0,43% -0,51% 30
25/02/2021 166,74 0,54% -0,93% 30,28
24/02/2021 165,84 -0,07% -1,46% 30,52
23/02/2021 165,95 1,23% -1,40% 30,44
22/02/2021 163,94 0,60% -2,59% 30,13

Os números da movimentação de contêineres mantêm a tendência de resultados positivos observada nos últimos meses e agora têm potencial para serem impulsionados com maior intensidade pela homologação da chegada de navios-tipo de 366 metros ao Porto de Santos: “A Marinha autorizou nesta semana a vinda a Santos de navios de contêineres maiores e isso, junto com a implantação da BR do Mar, permite a expectativa de maior crescimento deste mercado em Santos”, afirma Fernando Biral, presidente da SPA, referindo-se a projeto do Ministério da Infraestrutura de incentivo à cabotagem.

No total, os embarques atingiram 5,71 milhões de toneladas, suplantando em 8,9% os números de janeiro de 2020. Já os desembarques somaram 3,47 milhões, ficando num patamar 13,1% acima do mesmo período do ano passado. Os produtos mais movimentados no Porto de Santos foram o açúcar (1,33 milhão); adubo (698,3 mil); milho (604,1 mil) e farelo de soja (414,2 mil).

Os granéis sólidos atingiram 3,3 milhões de toneladas, alta de 11,0% sobre o resultado de janeiro de 2020. Nessa modalidade, os embarques de açúcar a granel, farelo de soja e milho seguem com bom desempenho, apresentando, respectivamente, crescimento de 47,5%, 56,9% e 13,6% sobre os números de janeiro de 2020. Cabe destacar, ainda, as descargas de adubo, com crescimento de 77,7%.

Os granéis líquidos também mostraram boa performance, totalizando 1,5 milhão de toneladas, resultado 9,0% acima do mesmo período do ano passado. Essa foi a melhor marca para o mês de janeiro, superando em 3,2% o volume registrado em 2018. Nessa modalidade destacam-se os embarques de óleo dieses e gasóleo (+ 67,7%), sucos cítricos (+56,8%) e óleo combustível (+17,8%).

Atracaram no Porto de Santos em janeiro 342 navios, quantidade 9,5% abaixo de janeiro/2020, caracterizando o aumento do volume de cargas por embarcação.


SUGAR - AÇUCAR

May NY world sugar 11 (SBK21) on Friday closed down -0.39 (-2.32%), and May London white sugar 5 (SWK21) closed down -12.90 (-2.76%) at $455.10.

Sugar prices on Friday tumbled to 1-week lows as weakness in crude prices and a slump in the Brazilian real against the dollar sparked long liquidation in sugar futures. Crude oil prices on Friday fell more than -2%, which weighed on ethanol prices, while the Brazilian real on Friday dropped -1.58% to a 3-1/2 month low against the dollar. The weaker real gives incentive for export selling Brazil&39;s sugar producers.

Sugar prices were undercut Thursday when Green Pool Commodity Specialists projected a 2021/22 global sugar surplus estimate of +4.1 MMT, wider than the projected 2020/21 global sugar surplus of +500,000 MT and the largest surplus in 4 years.

Sugar prices are consolidating below Tuesday&39;s contract and 3-3/4 year nearest-futures highs. Concern about smaller global sugar supplies has fueled recent fund buying of sugar futures. Brazil reported Monday that current shipping delays for its soybean exports might curb global sugar supplies because the queue of vessels waiting at Brazilian ports is so large that bottlenecks will likely continue until May, when sugar is normally the biggest crop for export.

Another supportive factor for sugar prices is the outlook for excessive rain in Brazil&39;s sugar-producing regions. Maxar on Monday forecasted that Brazil&39;s sugar-growing regions might receive 4-5 inches of rain this week and 3-4 inches of rain next week, which could flood sugar fields and damage crops.

A positive for sugar was Thursday&39;s forecast by the European Commission that EU 2021/22 sugar production will fall -12% y/y to 15.4 MMT.

A rally in crude oil on Thursday to a new 13-1/2 month high was supportive for sugar. Higher crude prices benefit ethanol prices and may prompt Brazil&39;s sugar mills to divert more cane crushing to ethanol production rather than sugar production, thus reducing sugar supplies.

Sugar also has support falling production in Thailand, the world&39;s second-largest sugar exporter. The Thailand Office of the Cane & Sugar Board reported last Tuesday that Thailand&39;s 2020/21 sugar production during Dec 10-Feb 12 fell -23% y/y to 5.5 MMT.

Signs of smaller sugar exports India are another positive factor for sugar prices. The Indian Sugar Mills Association (ISMA) said last Thursday that India&39;s sugar mills have only contracted 2.5 MMT of sugar exports this year, below the government&39;s export target of 6 MMT on a shortage of shipping containers. Also, the All India Sugar Trade Association has projected India&39;s 2020/21 sugar exports may only total 4.3 MMT, down -25% 2019/20.

Ample sugar supply Brazil is a negative factor for sugar. Unica reported Wednesday that Brazil&39;s Center-South sugar production Oct through mid-Feb was up +44% y/y to 38.217 MMT. The percentage of cane used for sugar rose to 46.20% in 2020/21 34.48% in 2019/20.

News of higher sugar production India, the world&39;s second-biggest sugar exporter, is also negative for sugar prices. The India Sugar Trade

Association on Feb 11 forecast that 2020/21 India sugar production will increase +9% y/y to 29.9 MMT. Last Thursday, ISMA reported that India Oct-Feb 15 sugar production was already up +23% y/y to 20.9 MMT.

Sugar prices have underlying support solid sugar demand Asia. Sugar demand in Indonesia, the world&39;s top importer, is a bullish factor for sugar prices after Indonesia&39;s Trade Ministry on December 30 said it would allow sugar refiners to import 1.93 MMT of raw sugar in the first half of 2021. Also, Indonesia&39;s Sugar Refivers Association recently said that it expects Indonesia&39;s sugar imports to climb +10% y/y to a record 3.3 MMT in 2021 due to higher demand the food and beverage industry. In addition, robust sugar demand in China, the world&39;s second-largest sugar importer, is positive for prices after China&39;s General Administrations of Customs reported last Monday that China&39;s 2020 total sugar imports rose +55.5% y/y to 5.27 MMT.

Sugar prices have underlying support dry conditions in Brazil that may curb sugarcane yields and reduce Brazil&39;s sugar production. Maxar on Jan 27 said that "below-average precipitation is expected in the long term" in the Center South. Irregular rain in Brazil&39;s sugar-growing areas is keeping soil moisture levels below normal. The U.S. Climate Prediction Center said on Jan 14 that a La Nina weather pattern would likely last at least until March and possibly beyond, which could lead to prolonged excessive dryness in Brazil that cuts sugarcane yields.

Big Picture Sugar Market Factors: World sugar production in 2020/21 (Apr/Mar) is expected to climb +0.9% y/y to 171.1 MMT after falling -8.4% in 2019/20 to 169.6 MMT (ISO). The world sugar deficit in 2020/21 is expected to widen to a -4.8 MMT deficit a +900,000 MT surplus in 2019/20 (ISO). Sugar production by Brazil, the world&39;s largest sugar producer, in 2020/21 (Apr/Mar) will climb by +32% y/y to 39.3 MMT 29.8 MMT in 2019/20, as millers divert 46.4% of cane juice to produce sugar (up 34.9% in 2019/20) due to the weak outlook for ethanol demand and prices (Conab). Sugar production by India, the world&39;s second-largest sugar producer, in 2020/21 will climb +13% y/y to 31 MMT due to a good monsoon season (India&39;s Sugar Mills Association).

INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL ESALQ/BVMF - SANTOS
  VALOR R$ VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$  
26/02/2021 109,26 -0,55% 0,61% 19,58  
25/02/2021 109,86 -0,58% 1,16% 19,95  
24/02/2021 110,5 0,88% 1,75% 20,34  
23/02/2021 109,54 0,38% 0,87% 20,09  
22/02/2021 109,13 1,03% 0,49% 20,05  
Nota: Reais por saca de 50 kg, com ICMS (7%) .      
  media R$ 109,66      
  valor saco $ 19,55      
  valor ton $ 390,94  porto santos - FAS - icmusa 130 - 180
                          com 7% icms    

As cotações futuras do açúcar encerraram a sessão desta sexta-feira (26) com queda de mais de 2% nas bolsas externas, retomando mínimas de uma semana. A atenção esteve voltada para o financeiro e ainda repercussão de superávit em 2021/22.

O principal vencimento do açúcar bruto em Nova York caiu 2,32%, cotado a US$ 16,45 c/lb, com US$ 16,82 de máxima e mínima de US$ 16,41 c/lb. Já em Londres, o tipo branco finalizou o dia com queda de 2,76%, a US$ 455,10 a tonelada.

Depois de máximas de quase quatro anos no início da semana, perdas voltaram a ser registradas nos terminais externos do adoçante com o financeiro. No acumulado de uma semana, o açúcar na Bolsa de Nova York registrou perdas de 7,53%.

"Os preços do açúcar caíram para mínimas de uma semana, uma vez que a fraqueza nos preços do petróleo e uma queda do real brasileiro em relação ao dólar provocaram uma longa liquidação nos futuros", disse em nota a consultoria Barchart.

Na tarde desta sexta-feira, o petróleo recuava cerca de 2% no Brent e WTI, mas ambos ainda cotados acima de US$ 60 o barril. Já o dólar se valorizava moderadamente ante o real, cotado a R$ 5,57291.

"O real mais fraco incentiva a venda para exportação dos produtores de açúcar do Brasil", complementou a Barchart.

Por um lado o mercado também assimilou no dia a informação da consultoria australiana Green Pool Commodity Specialist, que estimou na véspera um superávit global de açúcar 2021/22 de 4,1 milhões de toneladas, o maior em quatro anos.

Em contra partida a Organização Internacional do Açúcar (OIA)  estima que A safra global 2020/21 de açúcar pode ter um déficit de 4,8 milhões de toneladas

A produção mundial é prevista em 169,04 milhões de t, cerca de 2 milhões de t a menos do que na estimativa do mês passado, acompanhando menor produção na Europa, Irã, Paquistão e Tailândia.

O consumo foi revisado para 173,82 milhões de t, gerando uma relação estoque/consumo de 53,33%, sobre 57,32% na temporada 2019/20.

Usinas brasileiras já fixaram preços de açúcar da safra 2021/22 para 80,5% da exportação projetada na temporada, estimou nesta sexta-feira a Archer Consulting em nota, com base em dados até 31 de janeiro.

O número mostra um aumento de mais de 10 pontos percentuais ante os 69% --de uma exportação estimada em 25 milhões de toneladas-- fixados até o mês anterior.

Usinas têm aproveitado as condições favoráveis de mercado e adiantado o travamento de negócios para a próxima safra, que começa oficialmente em abril, no centro-sul.

O preço médio apurado acumulado no período registra 13,13 centavos de dólar por libra-peso, sem considerar o prêmio de polarização, segundo a consultoria.

Os contratos futuros em Nova York atingiram recentemente os maiores níveis desde março de 2017 e estão cotados nesta sexta-feira a cerca de 16,50 centavos de dólar.

A Archer também disse que as usinas brasileiras tinham fixado preços de açúcar para 25% da safra 2022/23 (versus 23% no mês anterior), segundo estimativa preliminar.

 

 


 

 

› FONTE: Floripa News (www.floripanews.com.br)

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