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O mercado de açúcar voltou a se aproximar das máximas de três anos. Em Londres, o dia foi de alta de 1,06%, a US$ 456,00/MT

Publicado em 20/01/2021 Editoria: AgroNews Comente!


CORN - MILHO

A Bolsa de Chicago (CBOT) derreteu para os preços internacionais do milho futuro neste meio de semana. As principais cotações registraram movimentações negativas entre 4,00 e 6,00 pontos ao final da quarta-feira.

O vencimento março/21 foi cotado à US$ 5,22 com queda de 4,00 pontos, o maio/21 valeu US$ 5,24 com perda de 4,25 pontos, o julho/21 foi negociado por US$ 5,19 com baixa de 5,75 pontos e o setembro/21 teve valor de US$ 4,71 com desvalorização de 6,00 pontos.

Esses índices representaram quedas, com relação ao fechamento da última terça-feira, de 0,76% para o março/21, de 0,76% para o maio/21, de 1,14% para o julho/21 e de 1,26% para o setembro/21. 

miho
     
Chicago (CME)
CONTRATO US$/bu VAR
mar/21 522 -4
MAY 2021 524 -4,25
jul/21 519,25 -5,75
SEP 2021 471,75 -6
Última atualização: 17:03 (20/01)

Segundo informações da Agência Reuters, o milho veio em seguida das quedas da soja, também pressionado pelas chuvas benéficas na América do Sul, que amenizam as preocupações com o fornecimento.

“Estamos vendo apenas um pequeno retrocesso devido à realização de lucros, após a melhora do clima na América do Sul”, disse Terry Reilly, analista sênior da Futures International.

Agora o mercado aguarda as próximas divulgações dos relatórios de vendas de exportação do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos). “Fique de olho nos relatórios de vendas de exportação. Não houve muitas mudanças nas notícias para desencadear a grande liquidação que começou ontem. O quadro de oferta e demanda continua favorável as alta”, afirmou Al Kluis da Kluis Advisors.

“Serão necessárias notícias mais otimistas para fazer com que essa coisa volte às alturas. Espero um período de alta volatilidade no próximo mês”, acrescentou Dan Smith, gerente de risco sênior da Top Third Ag Marketing.

O ministério da agricultura da Ucrânia disse que vai discutir com representantes da indústria o limite de exportação de milho atualmente definido em 22 milhões de toneladas em uma reunião marcada para 25 de janeiro. As informações foram divulgadas pela TF Agroeconômica. 

“A notícia não surpreendeu o mercado, após uma série de outras origens implementando medidas semelhantes e depois que os fabricantes de rações do país montaram uma campanha pressionando o governo a regular o mercado interno e garantir que haja estoques de milho suficientes para a indústria local”, comenta a consultoria.

 Nos mercados à vista, os prêmios do Golfo dos EUA continuaram amplamente imunes às flutuações no quadro, com os embarques da primeira metade de março indicados em 106 c/bu sobre os futuros de março e os embarques para a segunda metade do mês vistos em 105 c/bu. “Na Argentina, as ofertas caíram para março em 10 c/bu para 105 c/bu em relação ao futuro de maio, sem nenhuma demanda clara à vista”, completa. 

“E no Brasil, o mercado permaneceu lento, mas as ofertas para embarque em julho moveram-se 2 c/bu para 100 c/bu em relação aos futuros de julho, com ofertas chegando a 10 c/bu abaixo disso. Na Ásia, a atividade comercial continua apesar das ofertas de milho atingirem máximas de vários anos, com rumores de uma carga de milho argentino vendida no Vietnã para embarque próximo a um prêmio de cerca de US$ 2,10-2,20/bu, o que equivale a cerca de US$ 292,7/t em um entregue com base CIF Vietnã”, indica. 

“As ofertas para o milho da América do Sul chegaram a US$ 290/t entregue a Phu My e Cai Mep, e US$ 293/t CIF Hai Phong e Cai Lan para embarque em março”, conclui. 

miho
     
  B3 (Bolsa)  
mar/21 87,25 -0,29%
mai/21 83,3 -0,24%
jul/21 76 -2,93%
set/21 74 0,34%
Última atualização: 18:00 (20/01)

Os preços futuros do milho tiveram um dia de recuo na Bolsa Brasileira (B3). As principais cotações registraram movimentações negativas entre 1,67% e 2,97% ao final da quarta-feira.

O vencimento março/21 foi cotado à R$ 87,50 com baixa de 1,67%, o maio/21 valeu R$ 83,50 com perda de 2,28%, o julho/21 foi negociado por R$ 76,00 com queda de 2,93% e o setembro/21 tinha valor de R$ 73,75 com desvalorização de 2,97%.

Para o analista de mercado da Brandalizze Consulting, Vlamir Brandalizze, o mercado do milho no Brasil segue com pouca oferta e colheita ainda muito pontual.

“Os compradores seguem no mercado para o grão disponível e praticamente parado nos portos, com exportação na faixa de R$ 78,00 R$ 80,00 não tem conseguido ofertas de novos contratos e seguem embarcando bem somente os contratos anteriores”, destaca Brandalizze.

Outro fator que influenciou as flutuações na B3 neste dia foram as movimentações cambiais, uma vez que o dólar recuou ante ao real neste quarta-feira e era cotado à R$ 5,31 com baixa de 0,87% por volta das 16h45 (horário de Brasília).

De acordo com a TF Agroeconômica, o estado do Rio Grande do Sul reportou rumores de recompra de contratos por quebra de safra. “Como início da colheita da safra de verão no RS as necessidades dos compradores estão aliviadas e não precisam mais elevar o preço (que já está alto) para atrair vendedores. Mas, se baixar, ninguém vende.

Então, os mercados estão inalterados e devem continuar assim pelo menos até o final do mês, se não houver nenhum fato novo”, comenta. 

INDICADOR DO MILHO ESALQ/BM&FBOVESPA (Mercado)
  VALOR R$ VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$
20/01/2021 85,44 0,26% 8,63% 16,06
19/01/2021 85,22 0,31% 8,35% 15,93
18/01/2021 84,96 0,52% 8,02% 16,05
15/01/2021 84,52 0,28% 7,46% 15,99
14/01/2021 84,28 0,49% 7,16% 16,2

Em Santa Catarina, o mercado mantém a alta do dia anterior e não sobe nesta quarta-feira. “Não ouvimos negócios reportados nesta quarta-feira. Os preços de compradores continuam inalterados, mas adicionando a alta da última terça-feira: R$ 86,00 base Campos Novos, R$ 87,00 para cima na região de Chapecó e R$ 85,00 na região de Canoinhas. Os vendedores locais pedindo R$ 90,00/saca”, completa. 

No Paraná, os preços do milho estão inalterados. “Preço de comprador do milho spot manteve a alta do dia anterior a R$ 82,00 nos Campos Gerais, mas poucas ofertas. Vendedor continua pedindo R$ 83,00/saca ou mais. Sem indicação nas fábricas dos Campos Gerais. Milho futuro manteve o recuo do dia anterior a R$ 80,00 em Paranaguá para fevereiro/março de 2021. Indicação de comprador manteve a cotação do dia anterior em R$ 76,00 para março/abril de 2021, posto fábrica”, indica. 

Já no Mato Grosso do Sul, foi negociado lote a R$ 82,50 para o Oeste de SC .“Depois de vários dias sem negócios com Santa Catarina, hoje foi fechado um lote para o Oeste do estado a R$ 82,50, cerca de três reais e meio a menos do que a negócio de milho local feita no início da semana, mas no Leste do estado. O último negócio do MS tinha sido a R$ 85,00”, conclui. 

A Datagro divulgou suas projeções para a nova safra do milho no Brasil, e mesmo considerando as duas safras do cereal no país, a área em 2020/21 foi ajustada para baixo para 19,62 milhões de hectares, ante 19,77 milhões no último levantamento e 3% acima de 2019/20.

Já a estimativa de produção foi reduzida para 109,93 milhões de toneladas, ante 114,04 milhões de toneladas vistas em dezembro, mas cerca de 3% acima das 106,32 milhões de 2019/20.

Segundo a consultoria, a produção do cereal de verão deve atingir 24,26 milhões de toneladas, abaixo das 27,33 milhões de toneladas apontadas anteriormente e 7% menor que a última temporada.

Algumas das principais regiões produtoras do milho verão, como o Rio Grande do Sul, foram fortemente afetadas pela falta de chuvas no início do plantio e desenvolvimento da cultura.

A produção potencial para a segunda safra de milho foi revisada pela Datagro para 85,67 milhões de toneladas, ante 86,71 milhões da última projeção, mas 7% acima do ciclo anterior.

 

SOYBEAN - SOJA
 

A baixa dos preços da soja continua na Bolsa de Chicago nesta tarde de quarta-feira (20), porém, um pouco mais amena do que o recuo registrado mais cedo. Por volta de 13h50 (horário de Brasília), as cotações perdiam entre 18 e 20,25 pontos nos principais vencimentos, levando o março a US$ 13,67 e o maio a US$ 13,65 por bushel. Em duas sessões, os futuros da oleaginosa já perderam mais de 60 centavos de dólar. 

SOJA - CME - CHICAGO
CONTRATO US$/bu Variação (cts/US$) Variação (%)
mar/21 13,695 -16,25 -1,17
mai/21 13,6725 -16 -1,16
jul/21 13,5175 -17,5 -1,28
ago/21 13,1125 -19,5 -1,47
Última atualização: 17:00 (20/01)  

O mercado ainda reflete, segundo analistas e consultores, a melhora das condições de clima na América do Sul, com chuvas mais volumosas e bem distribuídas, exerce pressão sobre as cotações, e alimenta uma realização de lucros com o ajuste de posições por partes dos fundos de investimentos e que já vinha sendo esperada na sequência de altas fortes. 

Além do clima sul-americano, os traders refletem ainda, como explica a Agrinvest Commodities, a volta dos lockdowns na China - em função do aumento do número de casos de Covid-19 - e os impactos que as medidas poderiam gerar sobre a demanda. Além disso, também na nação asiática, as margens das indústrias processadoras diminuiu, os mercados também passam por recuos e a pressão, consequentemente, chega à CBOT. 

Por outro lado, as estreitas relações de oferta e demanda seguem como foco e também são pilar importante ao suporte do viés positivo ainda do mercado. 

"Há uma demanda grande e real por alimentos e até que haja produção suficiente para baixar estes preços e corrigir esse cenário fundamentalista, esse patamar de preços favoráveis deve continuar", explica Aaron Edwards, consultor de mercado da Roach Ag Marketing. 

E os Estados Unidos já comprometeram mais de 91% de seu total estimado para ser exportado no ano comercial 2021/22, de pouco mais de 60 milhões de toneladas. 

"Vamos manter o foco sobre os relatórios de exportações. Não há grandes mudanças nas notícias e nos números que pudessem alimentar essas vendas intensas de posições que foram iniciadas ontem. O quadro de oferta e demanda continua favorável aos altistas", explica Al Kluis, da Kluis Advisors ao Successful Farming. 

SOJA - PREMIO
CONTRATO VALOR
jan/21 40
mar/21 45
abr/21 45
mai/21 50
Última atualização: 20/01/2021

As importações de soja dos Estados Unidos pela China aumentaram 52,8% em 2020 em relação ao ano anterior, mostraram dados alfandegários nesta quarta-feira, embora o aumento da compra provavelmente tenha ficado aquém do que era necessário para cumprir o acordo comercial do ano passado entre os países.

O maior comprador mundial de soja no ano passado trouxe 25,89 milhões de toneladas da oleaginosa dos EUA, seu segundo maior fornecedor, atrás do Brasil, ante 16,94 milhões de toneladas em 2019.

Os compradores chineses aumentaram as compras de produtos agrícolas dos EUA para cumprir a promessa da China de adquirir 36,5 milhões de dólares em produtos agrícolas em 2020 no âmbito do acordo comercial de Fase 1 assinado com Washington em janeiro passado.

Esperava-se que as compras de soja representassem metade da meta monetária e as estimativas mostravam que a China precisava importar cerca de 40 milhões de toneladas para fechar o acordo.

Além da pressão para cumprir o acordo comercial, as importações de soja também aumentaram à medida que a China recompõe rapidamente seu rebanho suíno depois que ele foi dizimado pela mortal peste suína africana (PSA) nos últimos dois anos.

Os processadores chineses compram a oleaginosa para transformar em farelo e alimentar principalmente o gado, suínos, e também fabricar óleo de soja.

Em dezembro, as entradas da commodity dos EUA aumentaram para 5,84 milhões de toneladas, ante 3,09 milhões no mesmo mês do ano anterior, mostraram dados da Administração Geral das Alfândegas.

Os embarques do Brasil, maior fornecedor de soja da China, foram de 1,18 milhão de toneladas em dezembro, ante 4,83 milhões um ano antes, já que as vendas diminuíram no fim do ano após volumes abundantes adquiridos em meses anteriores.

Em 2020, os embarques brasileiros foram de 64,28 milhões de toneladas, um aumento de 11,46% em relação aos 57,67 milhões de toneladas de 2019 e quase dois terços do total das importações anuais.

As importações de soja da China em 2020 atingiram um recorde de 100,33 milhões de toneladas.

Espera-se que a China importe ainda mais soja neste ano com forte demanda e boas margens de esmagamento.

As processadoras de Rizhao, na província de Shandong, um importante centro de esmagamento de grãos, podem ganhar cerca de 237 iuans (36,64 dólares) com cada tonelada de grãos moída, cerca de duas vezes mais do que há um ano.

           
Preço soja referência (chicago ):$/MT 517,90   20/jan
           
Preço Brasil - esalq - Paranaguá: $/MT 529,79   20/jan
           
Preço Brasil - Paranaguá: $/MT 521,03   20/jan
PREÇO REFERÊNCIA FAS PARANAGUÁ NET.  Preço Brasil MI = R$ 166,00 por saca

Os prêmios com base no CFR China se firmaram marginalmente em um cenário de futuros de soja CBOT mais fracos, taxas de frete ligeiramente mais altas e interesses de compra chineses consistentes, informa a TF Agroeconômica. “Os compradores chineses continuaram a fazer ofertas para embarques de soja dos EUA em fevereiro e agosto do Golfo na terça-feira e outros foram ouvidos verificando os preços das safras novas de 2021/22 do PNW”, comenta. 

“Os  prêmios  para  o  embarque  de  fevereiro  do  Golfo foram  indicados  235  c/bu  sobre  os  futuros  de  março com base no CFR China, com a avaliação atrelada a 10 c/bu abaixo disso. Uma  oferta  firme  de  taxa  de  frete  do  Golfo  para  a China foi relatada em US$ 48,5/t, alta de cerca de US$ 0,25/t em relação à avaliação de semana passada. Para os grãos brasileiros, as ofertas para embarque em fevereiro e março chegaram a 190 c/bu e 160 c/bu sobre os futuros de março, respectivamente, enquanto a maioria do mercado colocou sua oferta em 175 c/bu e 147 c/bu sobre março futuros”, completa. 

O indicador base CFR para a China para a opção mais barata de embarque em março foi avaliado em 146 c/bu sobre o março futuro, equivalente a $ 564,5/t, queda de $ 9/t em relação à avaliação da última sexta-feira. “No Brasil, os prêmios se fortaleceram ligeiramente para  compensar parcialmente  a  queda nos futuros, deixando  os preços em forte queda. Nenhuma negociação foi relatada, mas os lances e ofertas indicaram que os prêmios estavam em torno de 3 c/bu mais firmes ao longo da curva, deixando os preços estáveis em US$ 8-9/t”, indica. 

“Embarque em fevereiro foi avaliado em US$ 541,40/t FOB Paranaguá e US$ 543,5/t FOB Santos com março quase US$ 12/t menor. Nos EUA, uma dinâmica semelhante foi vista com lances de barcaças oferecidos em torno de 3-5 c/bu mais abaixo na curva. As barcaças de fevereiro foram avaliadas em US$ 540,75/t CIF US Golfo, com uma margem de elevação de US$ 8,25/t nas cargas. As barcaças de março estavam cotadas a US$ 540,5/t, com cargas US$ 7,25/t mais altas”, conclui. 

Soja brasileira para março está mais competitiva e chega a ser até US$ 25/t mais barata que americana.

  soja US$ 5,31
       
  B3 (Bolsa)    
CONTRATO US$/sc R$/sc VAR
mar/21 30,07 159,67 -1,44%
   
Última atualização: 16:21 (20/01) 

Aproximadamente 70% da produção de soja na região de Balsas, no Maranhão, já foi negociada no mercado futuro. O valor médio da saca de 60 quilos ficou entre R$ 90 a R$ 100. Os trabalhos de colheita do grão devem iniciar no começo de fevereiro. Balsas é responsável por mais da metade da produção de grãos do Maranhão. Ao todo, o estado aumentou em 2,5% a área cultiada de soja chegando a um milhão de hectares para safra 2020/2021. A produção da oleaginosa deve chegar em 3,16 milhões de toneladas. 

"Cerca de 70% da safra de Balsas já está negociada. Quem ainda está com soja para vender está aguardando a colheita para cumprir os contratos. Já o excedente da safra será vendido mais tarde", afirmou o presidente do Sindicato Rural de Balsas (Sindibalsas), Daniel Marcos. Nesta semana, a cotação da soja aumentou em Balsas, com a saca sendo negociada a R$ 150. 

Em entrevista ao Agrolink, Daniel Marcos garantiu que as lavouras iniciaram bem os trabalhos de plantio, porém em função dos veranicos registrados em dezembro, a previsão é de que haja uma queda na produtividade da soja, principalmente, para as variedades de ciclo precoce. "A lavoura está um pouquinho abaixo, mas na média geral está razoavelmente boa", ressaltou. 

INDICADOR DA SOJA ESALQ/BM&FBOVESPA - PARANAGUÁ
  VALOR R$ VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$
20/01/2021 168,79 -1,46% 9,68% 31,73
19/01/2021 171,29 0,33% 11,30% 32,02
18/01/2021 170,72 0,62% 10,93% 32,26
15/01/2021 169,66 -0,25% 10,24% 32,1
14/01/2021 170,08 -0,35% 10,51% 32,69

Os preços da soja recuaram nos mercados do Rio Grande do Sul, com a forte queda de Chicago se impondo sobre a leve alta do dólar, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Assim, os preços caíram R$ 1,50/saca em Rio Grande e R$ 1,0 em Cruz Alta (Tradings), um real em Ijuí e Sana Rosa e dois reais em Passo Fundo, com a indústria local já mais abastecida. O preço futuro recuou também R$ 0,70/saca no porto gaúcho de Rio Grande, para maio de 2021. O preço para junho também recuou um real/saca para R$ 169,20/saca”, comenta. 

No estado do Paraná, os preços recuaram em média sete reais/saca . “Soja spot subiu sete reais/saca para R$ 157,00 do preço no  balcão.  No  mercado

de  lotes,  porém,  os  preços recuaram  três  reais/saca  para  R$  167,00  posto  em Ponta Grossa, pagamento final de janeiro de 2021 e R$ 170,00 para pagamento final de fevereiro. Soja futura os preços permaneceu em R$ 162,00Ponta

Grossa para safra 2021 abril/abril. Em  Paranaguá  também  permaneceram  em  R$  166,00, pagamento final de fevereiro de 2021”, completa. 

Em Minas Gerais, os preços sobem em média três reais/saca com alguns negócios feitos. “Com os preços subindo em média três reais por saca, nesta  terça-feira,  houve  vendas  totais  de  1.800 toneladas no estado. As vendas foram de 900 toneladas em Patos de Minas, 600  toneladas  em  Uberlândia  e  300  toneladas  em Perdizes”, indica. 

O Mato Grosso do Sul tem negociado lote para mercado interno. “Muito  embora  o  mercado  esteja,  de  um  modo  geral, travado  nos  últimos  dias,  

sempre  há  um  negócio  ou outro por fazer para atender à  necessidade de um ou outro  comprador.  Hoje  foi  feito  um  lote  no  mercado local mato-grossense a R$ 164,00 CIF Três Lagoas”, conclui. 

A produção brasileira de soja deve atingir o recorde de 135,61 milhões de toneladas na safra 2020/21, estimou nesta quarta-feira a consultoria Datagro à Reuters, ao elevar sua projeção ante os 134,98 milhões vistos no levantamento anterior.

Em relação à temporada anterior, quando foram colhidas 127,15 milhões de toneladas, de acordo com a Datagro, o resultado pode representar uma alta de 7%.

A área plantada passou por uma ligeira revisão para baixo a 38,75 milhões de hectares, ante os 38,79 milhões de hectares da última projeção, divulgada em dezembro, mas segue acima do total semeado em 2019/20 (37,39 milhões de ha).

“Dentre os fatores de estímulo que dominaram a decisão dos produtores pelo cultivo da soja nesta safra, estão os preços médios acima do padrão, a alta produtividade média, a positiva lucratividade bruta da safra”, disse em nota o coordenador de grãos da Datagro, Flávio Roberto de França Junior.

Ele também citou a influência positiva vinda da oferta de crédito, a demanda interna e externa aquecida, além de limitação na área da Argentina, a redução de preços na tabela de fretes mínimos e a manutenção do acordo comercial fase 1 entre EUA e China.

As importações de soja dos Estados Unidos pela China aumentaram 52,8% em 2020 em relação ao ano anterior, mostraram dados alfandegários chineses nesta quarta-feira, embora o aumento da compra provavelmente tenha ficado aquém do que era necessário para cumprir o acordo comercial do ano passado entre os países.

 

SUGAR - AÇUCAR
 

March NY world sugar 11 (SBH21) on Wednesday closed up +0.17 (+1.06%), and March London white sugar 5 (SWH21) closed up +4.80 (+1.06%).

Sugar prices on Wednesday posted moderate gains and traded just below their recent 3-1/2 year high. Sugar prices last Thursday rallied to a 3-1/2 year nearest-future high on the outlook for tighter global sugar supplies. Citigroup last Thursday raised its 2021 sugar price estimate to 14.7 cents/lb 13.6 cents/lb, citing "disappointment in the scale" of the government of India&39;s subsidy for sugar exports.

Smaller sugar output Thailand, the world&39;s second-largest sugar exporter, is bullish for sugar prices. Monday&39;s data the Thailand Office of the Cane & Sugar Board showed that Thailand&39;s 2020/21 sugar production Dec 10-Jan 14 was 2.1 MMT, down -43% y/y.

Sugar prices have underlying support solid sugar demand Asia. Sugar demand in Indonesia, the world&39;s top importer, is a bullish factor for sugar prices after Indonesia&39;s Trade Ministry December 30 said it would allow sugar refiners to import 1.93 MMT of raw sugar in the first half of 2021. Also, Indonesia&39;s Sugar Refivers Association recently said that it expects Indonesia&39;s sugar imports to climb +10% y/y to a record 3.3 MMT in 2021 due to higher demand the food and beverage industry. In addition, robust sugar demand in China, the world&39;s second-largest sugar importer, is positive for prices after China&39;s General Administrations of Customs reported Monday that China&39;s Dec sugar imports surged +325% y/y to 910 MT and China 2020 total sugar imports rose +55.5% y/y to 5.27 MMT.

Sugar prices have underlying support dry conditions in Brazil that may curb sugarcane yields and reduce Brazil&39;s sugar production. Irregular rain in Brazil&39;s sugar-growing areas is keeping soil moisture levels below normal. The U.S. Climate Prediction Center said last Thursday that a La Nina weather pattern would likely last at least until March and possibly beyond, which could lead to prolonged excessive dryness in Brazil that cuts sugarcane yields.

Unica reported last Wednesday that Brazil&39;s Center-South sugar production in the second half of December fell -13.7% y/y to 11,000 MT. However, 2020/21 Brazil Center-South sugar production through December is up +44% y/y to 38.195 MMT, with the percentage of cane used for sugar climbing to rose to 46.22% in 2020/21 34.48% in 2019/20.

Slack demand for Brazilian ethanol may prompt Brazil&39;s sugar mills to divert more cane crushing toward sugar production rather than ethanol production, which would boost sugar supplies and is bearish for prices. Unica reported last Wednesday that Brazil Center-South domestic ethanol sales in December fell -6.6% y/y to 1.75 billion liters. Since the beginning of the season in April, domestic Brazil ethanol sales are down -18% y/y to 14.5 billion liters.

The outlook for more sugar supplies India is bearish for sugar prices. The Indian Sugar Mills Association reported Monday that India&39;s sugar production Oct 1-Jan 15 jumped +31% y/y to 14.27 MMT. Also, the Indian government on December 16 authorized spending 35 billion rupees ($475 million) to help subsidize Indian sugar producers to export as much as 6 MMT in the 2020/21 season.

INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL ESALQ/BVMF - SANTOS
  VALOR R$ VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$  
20/01/2021 104,93 0,04% -2,47% 19,73  
19/01/2021 104,89 0,80% -2,51% 19,61  
18/01/2021 104,06 0,03% -3,28% 19,66  
15/01/2021 104,03 -0,49% -3,31% 19,68  
14/01/2021 104,54 -0,01% -2,83% 20,09  
Nota: Reais por saca de 50 kg, com ICMS (7%) .      
  media R$ 104,49      
  valor saco $ 19,68      
  valor ton $ 393,56  porto santos - FAS - icmusa 130 - 180
                          com 7% icms    

Os futuros do açúcar fecharam em alta expressiva nas Bolsas de Nova York e Londres nesta quarta-feira (20). A sessão foi marcada por ajuste de posições ante a véspera e com expectativas relacionadas com a oferta.

O principal vencimento do açúcar em NY registrou um salto de 1,06%, cotado a US$ 16,27 c/lb, com US$ 16,56 de máxima de US$ 16,02 c/lb na mínima. O mercado voltou a se aproximar das máximas de três anos e meio dos últimos dias. Em Londres, o dia foi de alta de 1,06%, a US$ 456,00 a tonelada.

O dia foi marcado nas bolsas da commodity, além da movimentação técnica após queda na sessão anterior, por preocupações relacionadas com a oferta. O Brasil está em entressafra e a Índia teve indefinições nas exportações.

Na última semana, o Citigroup elevou sua estimativa de preço do açúcar bruto para 2021 de 13,6 c/lb para 14,7 c/lb, citando principalmente as indefinições no subsídio do governo indiano.

Também houve suporte no mercado da desvalorização do dólar ante o real. Às 16h39 (horário de Brasília), a divisa caía 0,73%, a R$ 5,31832. Um real mais valorizado tende a desencorajar as exportações da commodity. Mercado interno

Conforme reporte do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (CEPEA-Esalq/USP) na véspera, os negócios com açúcar voltaram a ter aquecimento em São Paulo.

O Indicador CEPEA/ESALQ do açúcar, cor Icumsa de 130 a 180, mercado paulista, fechou com alta de 0,80%, a R$ 104,89 a saca de 50 kg na terça-feira (19).

 

 

 

 

 

 

 

 

› FONTE: Floripa News (www.floripanews.com.br)

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