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Análise diaria mercado agricola milho soja açucar

Publicado em 02/12/2020 Editoria: AgroNews Comente!


CORN - MILHO

Os preços internacionais do milho futuro começaram o dia caindo, mas ganharam força na parte da tarde na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais cotações registraram movimentações positivas entre 2,00 e 4,25 pontos ao final da quarta-feira.

O vencimento dezembro/20 foi cotado à US$ 4,19 com valorização de 4,25 pontos, o março/21 valeu US$ 4,23 com alta de 3,00 pontos, o maio/21 foi negociado por US$ 4,26 com elevação de 2,50 pontos e o julho/21 teve valor de US$ 4,26 com ganho de 2,00 pontos.

Esses índices representaram valorizações, com relação ao fechamento da última terça-feira, de 1,21% para o dezembro/20, de 0,71% para o março/21, de 0,47% para o maio/21 e de 0,47% para o julho/21.

miho
     
  B3 (Bolsa)  
jan/21 73,55 -1,63%
mar/21 73,62 -1,45%
mai/21 71 -1,32%
jul/21 67,31 -1,45%
Última atualização: 18:42 (02/12)
 

Segundo informações do site internacional Successful Farming, os contratos do cereal começaram o dia caindo devido ao acompanhamento climático na América do Sul e com os players realizando lucros no mercado, mas reverteram a situação para o fim do dia.

“Ainda é um mercado de clima e o clima está melhor no Brasil e na Argentina. Porém, estávamos a três dias em queda, então grande parte da obtenção de lucro das especificações deve estar encerrada e um mercado mais lateral é possível por um tempo”, disse Jack Scoville da PRICE Futures Group.

Já os preços futuros do milho registraram movimentações baixistas durante toda a quarta-feira na Bolsa Brasileira (B3). As principais cotações registravam movimentações negativas entre 0,29% e 1,45% por volta das 17h07 (horário de Brasília).

O vencimento janeiro/21 era cotado à R$ 74,35 com queda de 0,56%, o março/21 valia R$ 74,48 com perda de 0,29%, o maio/21 era negociado por R$ 71,95 com baixa de 0,76% e o julho/21 tinha valor de R$ 67,31 com desvalorização de 1,45%.

O preço do milho no Brasil deve seguir alto nessa reta final de 2020 e durante o próximo ano, pelo menos até o segundo semestre, conforme analisa o Rabobank. A demanda aquecida, bons índices de exportação e o câmbio desvalorizando o real ante ao dólar são os principais pontos para dar essa sustentação.

INDICADOR DO MILHO ESALQ/BM&FBOVESPA (Mercado)  
  VALOR R$ VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$  
02/12/2020 76,44 -0,95% -2,39% 14,57  
01/12/2020 77,17 -1,46% -1,46% 14,74  
30/11/2020 78,31 -1,21% -4,37% 14,63  
27/11/2020 79,27 -0,05% -3,20% 14,88  
26/11/2020 79,31 -0,58% -3,15% 14,88  

Segundo o analista de grãos do Rabobank, Victor Ikeda, somente um câmbio mais baixo seria capaz de modificar este cenário, mas que, no momento, nada sinaliza esta tendência. Inclusive, o real valendo menos do que o dólar deve ser fundamental para a manutenção da competitividade do cereal brasileiro no mercado internacional.

Apesar da quebra de safra, os preços do milho recuam no estado, os preços do milho seguem recuando no estado do Rio Grande do Sul, segundo o que informou a TF Agroeconômica. “A razão é a competitividade do milho paraguaio e do Mato Grosso do Sul, que estão sendo adquiridos por compradores do estado e que chegam ao Rio Grande do Sul cerca de R$1,70/saca (o paraguaio) mais barato do que o próprio milho local, como mostramos na tabela ao lado”, comenta.

Santa Catarina comprou milho no Paraná e no Paraguai. “Também  soubemos de um embarque de milho paraguaio no porto de Asunción com destino a Santa  Catarina, com preço FOB de US$ 198/t, o que representaria algo como US$ 216 posto São Francisco do Sul ou Imbituva, onde chegaria ao redor de R$ 67,63 que, com um frete médio de R$ 6,00/saca, significaria algo como R$ 73,00 no Meio-Oeste catarinense. Como se vê, por qualquer via o milho paraguaio é competitivo  e  faz pressão sobre o preço do milho local, impedindo novas altas a curto prazo”, indica.

No Paraná, compradores adquirem milho paraguaio, mais competitivo do que o local. “Os  compradores de milho estão adquirindo produto paraguaio que, como mostramos diariamente em nossa tabela ao lado, está bastante competitivo em relação ao milho local, mesmo tendo subido US$ 1/tonelada nesta terça-feira, que foi compensado com a queda do dólar. Com isto, esvaziam a pressão de demanda”, completa.

miho  
       
Chicago (CME)  
CONTRATO US$/bu VAR  
DEC 2020 419 4,25  
mar/21 423,75 3  
MAY 2021 426,5 2,5  
jul/21 426,75 2  
Última atualização: 17:02 (02/12)  
       

No Mato Grosso do Sul, os preços continuam inalterados pelo terceiro dia consecutivo. “A volta das chuvas e a perspectiva de  recuperação  de algumas áreas  que antes apresentavam seca assusta os vendedores, mas não houve relatos de novas vendas”, conclui.

A Famasul (Federação da Agricultura e Pecuária do Mato Grosso do Sul) divulgou seu Boletim Semanal da Casa Rural seguindo o acompanhamento da comercialização da safra de milho 2019/20 no estado.

De acordo com o levantamento, até o momento os produtores sul-mato-grossenses já negociaram 72,54%  das 10,618 milhões de toneladas produzidas nos 1,895 milhão de hectares cultivados.

Enquanto isso, o preço da saca do milho em MS se desvalorizou 2,70% entre 23 a 30 de Novembro de 2020. O cereal encerrou o período negociado a R$ 67,63. “As cotações do milho no mercado interno recuaram seguindo à desvalorização do dólar”, diz o relatório.

Apesar disso, o preço médio do mês de novembro segue cotado a R R$ 70,70, no comparativo com novembro do ano passado, houve avanço nominal de 99,67%, quando o cereal havia sido cotado, em média, a R$ 35,41/sc

“Reitera-se o fato de que essas cotações não significam que o produtor está recebendo esses valores, uma vez que há uma escassez de estoques de milho junto ao produtor neste momento, diante da comercialização antecipada da safra que acabara de ser colhida”, destaca a Famasul.

 

SUGAR - AÇUCAR
 

Mar NY world sugar 11 (SBH21) on Wednesday closed up +0.09 (+0.62%), and Mar London white sugar 5 (SWH21) closed up +2.30 (+0.58%).

INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL ESALQ/BVMF - SANTOS
  VALOR R$ VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$  
02/12/2020 107,92 -1,27% -2,59% 20,58  
01/12/2020 109,31 -1,34% -1,34% 20,88  
30/11/2020 110,79 0,82% 10,12% 20,7  
27/11/2020 109,89 0,28% 9,22% 20,62  
26/11/2020 109,58 0,14% 8,92% 20,56  
Nota: Reais por saca de 50 kg, com ICMS (7%) .      
  media R$ 109,50      
  valor saco $ 20,90      
  valor ton $ 417,93  porto santos - FAS - icmusa 130 - 180
                          com 7% icms  
           

Sugar prices on Wednesday recovered 3-1/2 week lows and posted moderate gains. Strength in crude oil prices on Wednesday sparked some short-covering in sugar futures. Crude prices rose more than +1% Wednesday, which benefits ethanol prices and may prompt Brazil&39;s sugar mills to divert more cane crushing toward ethanol production rather than sugar production, thus curbing sugar supplies.

Sugar prices on Wednesday initially dropped to 3-1/2 week lows on increased sugar output India after the India Sugar Mills Association (ISMA) reported that India Oct 1-Nov 30 sugar production surged +107% y/y to 4.29 MMT due to an early start of the crushing season.

Ample sugar production in Brazil is negative for prices after Unica reported last Wednesday that Brazil&39;s Center-South sugar production in the first half of November rose +57 y/y to 1.242 MMT, above expectations of 1.120 MMT. The percentage of cane used for sugar rose to 41.74% in 2020/21 28.42% in 2019/20.

Another negative factor for sugar is the outlook for more sugar supplies India. Meir Commodities India Pvt last Tuesday projected that India would export 1.5-2.0 MMT of sugar in 2020/21 without any government subsidy since neighboring countries can be expected to purchase Indian sugar rather than Brazilian sugar because of cheaper freight costs.

Sugar mills in India have held back exports as they await news on government subsidies. The World Trade Organization (WTO) is expected to rule on the legality of India&39;s subsidies to its sugar exporters sometime this month after Brazil and Australia raised objections to the WTO about the subsidies. The ruling by the WTO has been delayed July due to the Covid pandemic.

Sugar prices had trended higher over the past seven weeks up to a 9-1/4 month high Nov 17 on concern that Brazil&39;s dry conditions may curb sugarcane yields and reduce Brazil&39;s sugar production. Irregular rain in Brazil&39;s sugar-growing areas is keeping soil moisture levels below normal. Maxar recently said that Brazil&39;s sugar-growing regions had received only 5%-25% of average rain in the past few months, leaving crops "extremely dry." Also, a La Nina weather pattern could lead to prolonged excessive dryness in Brazil that cuts sugarcane yields.

Sugar prices also have support after Hurricane Iota slammed into Central America on Nov 16, bringing heavy rains and damage to sugar crops and infrastructure in Nicaragua, Honduras, and Guatemala.

A negative for sugar prices was the Nov 19 forecast the USDA&39;s Foreign Agricultural Service (FAS) that India&39;s 2020/21 sugar production will climb +16.8 % y/y to 33.76 MMT and that India&39;s sugar exports will climb +3.5% to 6.0 MMT.

In a bullish factor, ISO on Nov 17 cut its global 2020/21 sugar production estimate and increased its global 2020/21 sugar deficit estimate. ISO projects that global 2020/21 sugar production will increase by +0.9% y/y to 171.1 MMT. ISO also said the global 2020/21 sugar market would fall into deficit by -3.5 MT a +1.86 MMT surplus in 2019/20.

In another bullish factor, France&39;s Agricultural Ministry on Nov 16 cut its 2020 French sugar-beet production estimate to a 19-year low of 27.2 MMT an Oct estimate of 30.5 MMT due to drought. France is the largest sugar producer in the European Union.

Sugar prices are also seeing support the smaller sugar crop in Thailand, the world&39;s second-biggest sugar exporter, which has been decimated by drought. The Thailand Sugar Mills Corp said Oct 2 that Thailand&39;s 2020/21 sugar production would fall -13% y/y to an 11-year low of 7.2 MMT as dry weather this year ravaged cane plantations.

As usinas de açúcar da Índia produziram 4,29 milhões de toneladas do adoçante nos dois primeiros meses do ano comercial de 2019/20, iniciado em 1º de outubro, alta de 107% em relação a igual período do ano anterior, disse uma importante entidade comercial nesta quarta-feira.

O país é o segundo maior produtor de açúcar do mundo, e o aumento na produção pode pressionar as cotações globais da commodity.

Até o final de novembro, 408 usinas haviam iniciado a moagem de cana-de-açúcar no país, contra 309 usinas no mesmo período do ano passado, informou em comunicado a Associação Indiana de Usinas de Açúcar (Isma, na sigla em inglês).

 

SOYBEAN - SOJA

As cotações da soja, nesta quarta-feira (2), vem intensificando suas perdas na Bolsa de Chicago, voltando a operar abaixo dos US$ 11,50 por bushel nos contratos mais negociados. Perto de 10h40 (horário de Brasília), os futuros da oleaginosa perdiam entre 14,75 e 16,25 pontos, levando o janeiro a US$ 11,47 e o março a US$ 11,48 por bushel. 

SOJA - CME - CHICAGO  
CONTRATO US$/bu Variação (cts/US$) Variação (%)  
jan/21 11,53 -9 -0,77  
mar/21 11,5475 -8,25 -0,71  
mai/21 11,52 -9 -0,78  
jul/21 11,49 -9,5 -0,82  
Última atualização: 17:00 (02/12)    

Parte dessas perdas mais intensas, como explicam analistas da Agrinvest Commodities, vem da piora nas relações entre China e Estados Unidos. Desde a semana passada, o governo norte-americano vem acusando a China de "manipulador cambial" em um artigo publicado por Wilbur Ross, Secretário de Comércio americano, no site do departamento e a nação asiática exigiu que a acusação fosse retirada. 

A condição seguiu com declarações de Donald Trump afirmando que colocará empresas de tecnologia em uma lista de companhias proibidas de fazer negócios. As empresas, de acordo com o presidente americano, estariam ligadas ao exército chinês. Em contrapartida, a China também já colocou em prática leis que impeçam negócios "com empresas estrangeiras que não alinhadas com Pequim", explicaram os analistas da Agrinvest. 

"A China não deu detalhes, mas poderia estar preparando mecanismos de retaliação contra empresas concorrentes, nos moldes da blacklist americana", explica a consultoria. 

Agora, o mercado começa também a especular como serão as relações comerciais entre China e Estados Unidos a partir do momento em que o democrata Joe Biden assumir a Casa Branca, com a possibilidade, inclusive, de uma revisão da fase um do acordo comercial entre os dois países.

Além destas relações, o mercado também acompanha e monitora o comportamento da demanda. Na demanda, por mais que as necessidades chinesas continuem fortes, sua ausência nos anúncios diários do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) também tiram um pouco de força do mercado. Além disso, o produto brasileiro se mostra mais barato para os chineses a partir de fevereiro e março de 2021. 

  soja US$ 5,24  
         
  B3 (Bolsa)      
CONTRATO US$/sc R$/sc VAR  
nov/20 25,57 133,9868 -0,38%  
     
Última atualização: 15:42 (02/12)  
         

Paralelamente, mas não menos importante, os traders continuam monitorando as condições de clima melhorando na América do Sul. Boas chuvas são registradas, principalmente, no Sul do Brasil e começam a dar algum fôlego às lavouras e aos trabalhos de campo que ainda precisam ser realizados. Todavia, ainda não se observa uma regularização 

Alguns números revisados de consultorias particulares já indicaram, inclusive, um aumento em suas projeções para a nova safra brasileira, o que surpreendeu alguns. De outro lado, outras trouxeram baixas consideráveis, levando a colheita do Brasil a menos de 130 milhões.

SOJA - PREMIO  
CONTRATO VALOR  
dez/20 250  
mar/21 65  
abr/21 58  
mai/21 60  
Última atualização: 01/12/2020  

De acordo com a TF Agroeconômica, a demanda da China por soja brasileira está cheia, ao contrário da demanda por soja norte-americana, que está vazia. “O  mercado CFR China, a demanda chinesa por soja brasileira continuou, apesar dos prêmios ligeiramente mais altos, enquanto o interesse de compra de soja dos EUA estava em grande parte vazia, independentemente dos prêmios mais fracos”, comenta.

Foram ouvidas licitações entre abril e julho de embarque de safra nova brasileira com abril e maio de licitação em 140-144 c/bu sobre os futuros de maio versus ofertas indicadas em 150-155 c/bu sobre os futuros de maio. “O embarque de junho foi licitado em 153 c/bu sobre os futuros de julho contra 166-168 c/bu sobre os mesmos futuros, enquanto julho foi licitado em 15 centavos para junho, que eram cerca de 10 c/bu abaixo das ofertas. Para os embarques do mês presente, o embarque de janeiro dos EUA manteve-se mais competitivo contra o Brasil com ofertas do Golfo mostradas a 215 c/bu sobre os futuros de janeiro na CFR China e aqueles da PNW indicado em 195 c/bu sobre os mesmos futuros, ambos para baixo de 3-5 c/bu no dia”, completa.

               
Preço soja referência (chicago ):$/MT 515,51   02/dez    
               
Preço Brasil - esalq - Paranaguá: $/MT 500,76   02/dez    
               
Preço Brasil - MI - Paranaguá: $/MT 493,00   02/dez    
PREÇO REFERÊNCIA FAS PARANAGUÁ NET.  Preço Brasil MI = R$ 155 por saca  

 

 

O indicador CFR China para embarque em janeiro da opção mais barata entre os EUA e o  Brasil foi avaliado em 5 c/bu menor no dia em 210 c/bu em relação aos futuros de janeiro, o que equivale a US$ 504,5/mt. “No mercado FOB, os prêmios foram novamente estáveis no Golfo dos EUA, com o embarque de  janeiro avaliado em 115 c/bu em relação aos futuros de janeiro, o que equivale a um preço fixo de US $ 468,50/mt, abaixo de US $ 2,5 /mt no dia”, conclui.

O mês de dezembro começa com a continuação da queda dos preços da soja em diversas cidades do Rio Grande do Sul, segundo as informações divulgadas pela TF Agroeconômica. Houve queda de 0,66% no preço em Rio Grande para R$ 150,00; 0,33% em Passo Fundo para R$ 151,00; 0,67% em Canoas para R$ 149,00 e 0,21% para maio de 2021 no porto.

“O preço de R$ 144,70 representaria algo ao redor de R$ 139,00/saca no mercado de lotes do interior e algo como R$ 130,00 para o agricultor. Mesmo assim, este último valor teria embutido cerca de 47,72% de lucro para o produtor de soja, algo bem significativo. Nossa recomendação seria a de vender mais algum  lote, além  dos  50% que já foram vendidos. Há, porém, o receio com a seca que assola o Oeste do Estado e, com ela, a preocupação com o tamanho da produção para 2021”, comenta.

INDICADOR DA SOJA ESALQ/BM&FBOVESPA - PARANAGUÁ  
  VALOR R$ VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$  
02/12/2020 157,44 -2,01% -2,68% 30,02  
01/12/2020 160,67 -0,68% -0,68% 30,7  
30/11/2020 161,77 -0,33% -1,08% 30,22  
27/11/2020 162,31 0,66% -0,75% 30,46  
26/11/2020 161,24 -0,80% -1,41% 30,25  
           

No Paraná, temos preço para maio de 2021 a R$ 138,00 em Ponta Grossa. “Mercado continua sem negócios para a safra velha, com preços meramente teóricos ao redor de R$ 150,00/saca todos os agentes do mercado se concentram na comercialização da safra nova. Só há cotações para as safras 2020/21 e 2021/22: Para safra nova, posto Ferrovia,  em Maringá, para entrega até 20/03 com pagamento 15/04/21 R$ 140,20”, completa.

Praticamente nada negociado de soja no estado de Minas Gerais, com preços inalterados. “Iraí de Minas - zero tons negociadas, preços na casa dos R$ 134,00/saca bruto Patos de Minas - zero tons negociados para 21, preço na casa dos R$ 135,00 bruto Uberaba - zero tons, preços na casa dos R$ 134,00 bruto  Uberlândia - zero tons na casa dos R$ 135,00 bruto Unaí. - zero tons soja disponível na casa dos R$ 170,00 bruto Perdizes: 60 tons na casa dos R$ 134,00 bruto”, conclui. 

 

 

 

› FONTE: Floripa News (www.floripanews.com.br)

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